quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

DENÚNCIA - Obra em estrada é denunciada em Ariranha do Ivaí

Após denúncia que o Secretário do Setor Rodoviário de Ariranha realizava um aterro com lixo doméstico, os Policiais Ambientais foram ao local. O acusado negou a irregularidade
    A Polícia Militar Ambiental, pelotão de Apucarana, recebeu uma denúncia informando sobre dano em área de preservação permanente em Ariranha do Ivaí. No dia 08 de fevereiro, de 2017, a equipe foi até o local. "Houve informação que no Bairro 70 alqueires, o Deparamento Rodoviário Municipal, estaria efetuando o aterro de um vale com restos de construção civil e lixo doméstico. Entramos em contato com o senhor Idemar Jose Beletti, Secretário Rodoviário, este nos acompanhou até o local e relatou que foi executada uma obra de adequação da via e que devido as fortes chuvas, causadora das erosões, estava com um buraco de mais de 03 metros de profundidade em uma extensão de aproximadamente 100 metros linear. Afirmou também que foram depositados dois caminhões de destoca de eucalipto e dois caminhões de restos de construção civil, e que em cima desse material foram depositadas terra. Por fim, disse que está aguardando o terreno ficar compactado para jogar saibro (pedras)", informou o Boletim da Polícia Ambiental. O Secretário também falou com o repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau", e disse que trata-se de uma obra importante que vai beneficiar os moradores que necessitam escoar a safra e que antes da obra existia o risco de acidentes no local, e que a denúncia, com certeza tem cunho político com o objetivo de prejudicar a administração. "Não jogamos lixo doméstico no local, isso é algo que posso assegurar", afirmou revelou Idemar. Os policiais florestais, em contato com o denunciante o mesmo reafirmou que foi efetuado o descarte de lixo doméstico, materiais como: garrafas pet, sacolas plásticas, papelão, isopor e outros e que na ocasião sua irmã solicitou que não depositassem, pois se as chuvas voltassem com intensidade, o material irregular poderia se soltar e atingir a propriedade da família. Outra questão, é que a água que passou a ser escoada, estaria direcionada para uma mina d`água também da mesma família. "A situação relatada pelo denunciante de que também foi utilizado lixo doméstico para aterrar a erosão, não pode ser comprovada pela equipe, tendo em vista que a obra já está finalizada, entretanto devido à afirmação e descontentamento do solicitante, o fato será informado ao Ministério Publico e IAP para que sejam adotadas as medidas necessárias", informaram dos Policiais Ambientais.

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