sexta-feira, 23 de junho de 2017

ENTREVISTA - Senador Álvaro Dias ao vivo com repórter "Berimbau"

O senador, que tem sido destaque na mídia nacional, falou sobre a roubalheira no Brasil, da sua mudança de partido e também foi questionado sobre possível candidatura a Governador ou Presidente
ENTREVISTA - Ouça a entrevista no link de vídeo 
Ouça no link de vídeo, uma entrevista especial com o Senador Álvaro Dias, que já foi PSDB, depois PV e agora decidiu mudar mais uma vez, indo para o "Podemos", novo nome do antigo Partido Trabalhista Nacional (PTN). Na entrevista, ele fala sobre um evento que acontecerá no próximo dia 1º de Julho, quando será lançada, em Brasília, a nova sigla: "Vamos tentar mostrar para o Brasil algo diferente. Os partidos se transformaram em uma quadrilha para lavagem de dinheiro, e queremos que fique claro que somos contra isto. Queremos ser uma opção nova em um partido limpo e sem mazelas", disse o Senador ao repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau". Sobre sua possível candidatura a Governador e até a Presidente da República, como alguns líderes tem afirmado, o parlamentar disse que após o lançamento do "Podemos", virá uma nova etapa, que são as filiações e ainda os preparativos para candidaturas, mas que algo definido só ocorrerá depois, e que tudo o que dizem agora, são meras especulações. A ideia inicial é sua candidatura a presidente, a de seu irmão Osmar, a Governador e o sonho de atrair alguém da Lava Jato, para uma possível candidatura dentro da nova Sigla. . "Imagine como seria diferente a vida do povo, se tivéssemos um governo que prendesse os ladrões do dinheiro público, mas como isso vai acontecer se o comandante da nação é chefe de quadrilha", disse o Senador. Afirmou também esperar que toda esta crise, que ainda não há prazo e nem  como prever quando ela vai acabar,  chegue ao dia do "benefício", ou seja, o momento em que a população vai colher os frutos de um Brasil que está sendo passado a limpo. FORO PRIVILEGIADO - Sobre o Foro, disse que ele foi aprovado no Senado, o que é importante porque acaba com privilégios dos políticos que escapam das grades, mas que está preocupado porque tem percebido um "silêncio ensurdecedor" da Câmara dos Deputados, que também precisa votar. Também não está descartada a articulação para que as prisões de políticos, após condenação em segunda instância, seja uma realidade novamente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário