segunda-feira, 4 de setembro de 2017

CONFRONTO - Confronto com 10 mortos em São Paulo, repercutiu no "zap"

         Uma das notícias que mais repercutiram no Whatsapp  no domingo, dia 03 de setembro, foi a morte de dez pessoa em São Paulo. Segundo o portal G1,  moradores do Morumbi, Zona Sul de da capital São Paulo, onde dez criminosos foram mortos em um confronto com policiais na noite deste domingo (3 de agosto), chegaram a pensar que os tiros fossem, na verdade, fogos de artifício. Por volta das 19h30 deste domingo,  nenhum policial do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), responsável pela operação, ficou ferido. De acordo com informações da Polícia Civil, os bandidos integravam uma quadrilha especializada em roubos a residência e vinham sendo monitorados por suspeitas de atuarem na região. Eles já teriam promovido ao menos 20 assaltos do tipo e foram abordados após uma nova tentativa de roubo. O confronto aconteceu no bolsão residencial formado pelas ruas Pirapó, Pureus, Melo Morais Filho e Santo Eufredo. Corpos baleados podiam ser encontrados nas três vias. Os criminosos estavam em dois carros, um Hyundai Santa Fé e um Fiat Toro, e tinham acabado de deixar uma casa do perímetro quando foram cercados pela polícia. A quadrilha havia invadido uma casa onde estavam quatro pessoas, sendo três adultos e uma criança, conforme informou a polícia. Os bandidos renderam os moradores e tentavam abrir um cofre quando foram avisados por comparsas que estavam do lado de fora sobre uma movimentação suspeita de veículos perto do imóvel. Eles desconfiaram que era a polícia e abortaram o roubo.  Na tentativa de fuga, o motorista que dirigia a Santa Fé colidiu contra um poste. Já o bandido que dirigia o Fiat Toro bateu em um carro descaracterizado da Polícia Civil. Dois dos ladrões tentaram escapar a pé, mas foram alvejados.  Segundo a polícia, os assaltantes estavam armados com quatro fuzis, três revólveres e duas pistolas, e dispararam contra os agentes que, por sua vez, revidaram. O armamento da quadrilha foi apreendido e levado à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação do caso.

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