quinta-feira, 9 de novembro de 2017

PEDÁGIO - NÃO A PRORROGAÇÃO

Deputado Sérgio Souza, fala sobre o dispositivo que colocou em uma lei federal, que impede a prorrogação dos pedágios. Também avaliou como absurdos os preços praticados no Paraná 

VÍDEO - No link de vídeo, ouça entrevista com Sérgio Souza - Deputado  Federal 

              O Deputado Federal Sérgio Souza, do PMDB, esteve nos estúdios da Rádio Nova Era neste início do mês de novembro. O tema principal da entrevista concedida ao repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau", foi sobre o fim da prorrogação do Pedágio no Paraná. "Não existe mais rentável do que este. É melhor tem uma praça de pedágio no Paraná, do que ter um banco", afirmou o Deputado.   O jornalista fez indagações, porque nos últimos anos, principalmente 2016 e início de 2017, foram muitas reclamações das condições ruins da Rodovia BR 376, em especial o trecho que interliga a região de Apucarana até Ortigueira. Segundo o parlamentar, quando ele percebeu que havia chegado no Congresso Nacional uma Medida Provisória, a 752/2016, conhecida como MP da Concessões (Rodovias, Ferrovias e Aeroportos) e que seria transformada na Lei Nº 13.448/2017, pediu ao presidente do seu partido a autorização para que pudesse relatar a proposta. Ao ser autorizado, o Deputado colocou um dispositivo, proibindo que o Pedágio seja prorrogado no Paraná. "Os valores que pagamos no Paraná, são absurdos, entorno de 13 reais cada 100 quilômetros, quando as atuais concessões ficam entorno de 06 reais. E  as concessionárias ainda não tem a obrigação de duplicar 100%. Ficamos 20 anos trafegando por rodovias simples, e isso não pode mais continuar", disse o parlamentar. Com a nova lei, para que as rodovias continuem pedageadas, será necessário uma nova licitação com novas concessões, e a expectativa é que, se isso ocorrer, os valores pagos pelo pedágio sejam reduzidos, no minimo pela metade. O parlamentar estudou o procedimento de licitação feito em 1997 e concluiu que a cláusula da prorrogação automática ao fim dos contratos em 2021, não foi prevista, por isso, foi possível impedir que tal prática ocorresse. Ouça a entrevista e saiba mais detalhes. 

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