sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

EXCLUSIVO - Ministro da Saúde falou ao vivo com o repórter "Berimbau"

Barros disse que a candidatura de "Cida Borghetti" ao governo é inevitável e que espera apoio de Ratinho já no primeiro turno. Falou também da nova forma de transferência de recursos do SUS para estados e municípios  
Cida Borghetti, vice governador e esposa do Ministro 
Ouça a entrevista completa com o Ministro  Ricardo Barros no link de vídeo 
         O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, do PP -PR, falou ao vivo a Rádio Nova Era e Blog do Berimbau, comunicando-se com toda região Vale do Ivaí e Norte do Paraná, neste dia 29 de dezembro, de 2017. Vários assuntos foram debatidos, entre eles, o futuro político seu, que é a candidatura a Deputado Federal (reeleição), e de sua esposa, a vice governadora Maria Aparecida Borghetti, que é pré-candidata ao governo do Estado. Perguntamos se o fato do Ratinho Junior, que também é do grupo do atual Governador, ser pré-candidato, não causa um constrangimento dentro da ala Beto Richa. Barros respondeu que não, que isso é até positivo, e que acredita que no primeiro ou segundo turno, Ratinho possa apoiar "Cida Borghetti, ", porque sua candidatura é inevitável. "Ela assumirá o Governo, quando Richa deixar o cargo para concorrer ao Senado, e será, a Cida, candidata a reeleição como Governadora em uma grande aliança que queremos formar, inclusive com o PSDB. Creio que Ratinho ainda estará conosco no primeiro turno, se isto não for possível, acontecerá no segundo turno. Cida fez um bom trabalho e reúne todas as condições para fazer um bom governo em prol de todos os paranaenses", disse Ricardo Barros. Também afirmou que tem boa comunicação com Osmar Dias e que nada impede uma aliança para o ter como aliado e não como adversário. SAÚDE - O ministro fez um balanço de suas ações, desde quando assumiu o Ministério até o encerramento deste ano de 2017, o qual é positivo, apesar dos desafios e dificuldades. Afirmou que conquistas foram possíveis e a informatização do SUS é uma de suas metas, inclusive economizou milhões que estão sendo investidos em  Hospitais e Santas Casas. SUS - O Ministro ainda falou do anúncio da nova forma de transferência de recursos para estados, municípios e Distrito Federal. A partir de 31 de janeiro de 2018, os repasses serão feitos por meio de dois blocos, sendo um de custeio e outro de investimento. A expectativa do ministério é que a mudança favoreça o uso dos recursos por parte dos gestores, que terão mais liberdade para definir para quais políticas serão destinados os investimentos. Atualmente, os repasses ocorrem em seis blocos: atenção básica, atenção especializada, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, produtos profiláticos e terapêuticos e alimentação e nutrição. Segundo a pasta, esse modelo tem feito com que recursos fiquem parados, pois não há a possibilidade de remanejamento de recursos entre áreas. DENGUE -  O ministro comentou sobre o combate a Dengue dizendo que existem várias formas de combater e que cada município tem autonomia. Por isso,  ordenou que o ministério pare de comprar produtos para fazer o fumacê e que este procedimento  pode até ocorrer, mas é o município que vai decidir qual a melhor política a adotar porque as ações serão descentralizadas e existem várias novas tecnologias. Para saber mais, ouça o link de vídeo.

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