quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

INVESTIGAÇÃO - Caminheiro carbonizado em Apucarana foi assassinado

                       MACABRO                          
Em mais um brilhante trabalho de investigação, Polícia Civil de Apucarana esclarece que caminhoneiro carbonizado foi  morto pela esposa e o amante 

ENTREVISTA - No link de vídeo, ouça a fala do Delegado Jacovós, de Apucarana 
    Na noite de 16 de janeiro, de 2018, o Delegado Dr. José Aparecido Jacovós, de Apucarana, começou a revelar os primeiros detalhes de uma investigação competente que apurou um crime macabro, covarde e premeditado em Arapongas, mas praticado no município de Apucarana. Os fatos começaram a serem apurados no dia 25 de novembro, de 2017, quando pela manhã, um caminhão em chamas e um corpo carbonizado em seu interior, foi encontrado no Contorno Norte, próximo ao Pontilhão. Ao chegar no local, foi possível verificar que era um M. Benz 1113, de cor azul placas BYE 0783 de Londrina, que ainda estava em chamas. A vítima se encontrava no banco do passageiro. Logo em seguida, foi acionado o IML - Instituto Médico Legal, para recolher o cadáver e fazer a devida identificação da vítima, que era Sérgio Francisco de Abreu, de 53 anos. "Nós das Polícia Civil, iniciamos as investigações, com poucas informações, considerando que o laudo não apontou causa morte que pudesse ter sido produzida antes do fogo. Mas após quebra do sigilo telefônico da vítima e montagem de um quebra cabeças, investigadores dos setores de homicídio e inteligência de Apucarana, chegaram na esposa de Sérgio, senhora Cristiane Nascimento de Abreu, casada há mais de 20 anos, mãe de um filho de 18, e seu amante, o Andre Alves de Mira, como autores do crime hediondo. Ambos já foram presos e confessaram o crime", informou o Delegado Dr. Jacovós. Cristiane recebeu voz de prisão dentro de um Hospital, em Arapongas, onde trabalha. Os investigadores estranharam o fato do Telefone da mulher, constar várias ligações para um número desconhecido, sempre após falar com o marido, ou seja, no dia do assassinato, ela telefonou quase que de hora em hora para o Sérgio, e logo em seguida também falava com outra pessoa, a qual foi identificada por André Alves. Os três (Marido, mulher e amante) tiveram os sigilos  telefônicos quebrados e tudo foi revelado. Também se constatou que Sérgio estava tentando reatar o casamento abalado, mas naquele dia, ao chegar na casa da mulher em Arapongas,  foi surpreendido pelo amante, que é ex-presidiário, faz uso de tornozeleira e  que estava na espreita, tudo acordado com a amante, com quem premeditou o assassinato para ficar com o seguro de vida e conseguir outras vantagens. Conduzir o caminhão até próximo a Apucarana e colocar fogo, foi uma forma de  apagar provas do crime, cujo homicídio foi cometido com golpes de faca. Na noite do crime, os acusados ainda teriam ingerido cerveja e festejado o feito hediondo. O resultado da investigação surpreendeu amigos e familiares do casal. 

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