quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ROSÁRIO - Polêmica entre prefeito Kuroda e vereadores continua

Kuroda tentou aprovar projeto que permitiria que o recolhimento do tributo com a administração  de cartões de crédito, ficasse em Rosário, mas alguns vereadores não aceitaram
        (OUÇA ENTREVISTA) Prefeito Ilton Kuroda, falou a Rádio Nova Era, neste dia 11 de janeiro, quinta-feira, com o repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau". Ele estava, novamente, na bronca com o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Osmiranou Siqueira, o "Lustroso". O prefeito o acusa de orquestrar uma oposição, que vem engessando o governo municipal. "Eu sempre digo, que quem é contra o Kuroda, é contra Rosário do Ivaí. Temos muitas situações positivas que não poderão acontecer porque o presidente da Câmara não aprova nossos projetos", disse o prefeito. Ele alega que adquiriu veículos, investiu em infraestrutura, maquinários, mas falta recursos para colocar em funcionamento, e que se tudo continuar como está, setores como a saúde, educação, agricultura e outros, sofrerão cortes. A questão mais recente, foi a do ISS, pois as prefeituras se prepararam para uma mudança na legislação da cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS), que irá incrementar a arrecadação em 2018. Isso porque o Congresso derrubou o veto ao projeto de lei que muda o recolhimento do tributo, no que se refere a cartões de crédito, contratações de plano de saúde e leasing – operações de arrendamento e locação de bens. Pela lei atual, por exemplo, a alíquota do ISS, que é de 2% sobre o valor da compra, é recolhida ao município onde fica a operadora do cartão, e não onde é realizada a compra pelo cliente, a maioria em grandes centros. A partir de agora, essa realidade muda, e o ISS passa a ser recolhido na cidade onde é efetuada a compra, só que em Rosário do Ivaí, o prefeito alega que "Lustroso", está barrando o projeto e prejudicando o município. OUTROS PROJETOS - O Prefeito disse que outras projetos que poderiam ajudar o município a equilibrar suas contas, também foram barrados, entre eles, a revisão da planta genérica. "Há imóveis em Rosário, que estão avaliados em 1.900 reais, ou seja, uns pagam o imposto justo e outros não, mas os vereadores de oposição barraram", desabafou Kuroda. Outra tentativa, foi seguir o exemplo  de alguns cidades como Jardim Alegre, Apucarana  e Lunardelli, que colocaram a taxa de lixo na conta da Sanepar, o que promoveria uma cobrança mais eficiente e faria com que praticamente todos contribuíssem, medida que também esbarrou na Câmara. A administração alega que o custo da destinação do lixo, passa dos 200 mil, mas o valor arrecadado é aproximadamente 25 mil. Ouça entrevista e saiba mais. 


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