domingo, 11 de fevereiro de 2018

IVAIPORÃ - Mulher é morta a facadas e irmão é suspeito do crime

       AGORA COM FOTO DO ACUSADO        
Ouça entrevista com o Delegado Dr. Gustavo dante. Ele fala do assassinato de Luzia Pereira Barbosa  e da prisão do irmão como suspeito do crime 
ENTREVISTA - Ouça entrevista com o Delegado no Link de vídeo e saiba mais detalhes 
Nossa reportagem publica foto de Francisco Nunes, e José Barbosa, irmão e marido de mulher assassinada. Como informamos, o Delegado Dr. Gustavo Dante, falou ao vivo, com o repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau" e confirmou a prisão Francisco Nunes da Silva, suspeito de ter matado a irmã: Luzia Pereira Barbosa, de 69 anos, assassinada na Rua Nilo Peçanha, no Jardim Belo Horizonte, dentro da própria casa. Segundo informações, ela morava com o marido, José Pereira Barbosa, de 73 anos,  e a mãe, uma idosa, de 86 anos, que alegaram que não estavam na residência no momento em que o fato trágico aconteceu, inclusive o marido apresentava sintomas de embriaguez. "Eles disseram que tinham saído e quando chegaram, encontraram Luzia caída, sangue pela casa e dois ferimentos de faca na altura do abdômen", informou a Polícia ao Blog do Berimbau. Quando a Civil chegou no endereço, constatou que o irmão, que tem problemas mentais, estava no quarto, com a porta trancada, sendo preciso arrombar e local onde a bainha (capa) da faca foi encontrada embaixo o seu travesseiro. Ele também tinha uma mancha de sangue na roupa e um pequeno corte em um dos dedos da mão, detalhes que fizeram com que o Delegado tivesse certeza que Francisco era o autor. "Tentamos ouvir o acusado, mas ele coloca algumas frases sem nexo, como, por exemplo, que se sentia espiritualmente atormentado pela irmã Luzia", disse o Delegado a Rádio Nova Era. A primeira suspeita foi de suicídio, mas como havia sangue distante de onde o corpo se encontrava e a mulher apresentava um ferimento na cabeça, que também pode ser da queda, a Polícia teve certeza que estava diante de um assassinato. O marido foi flagrado com a mão suja de sangue, mas justificou que tinha tocado no corpo antes das chegada da PM. (Colaborou - Beto Borges, Marcelo Avelar e Rodrigo Souza)




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