terça-feira, 15 de maio de 2018

ENTREVISTA - Orlando Pessuti fala dos 15 do programa Leite das Crianças


No link de vídeo, ouça entrevista com Orlando Pessuti que falou a Rádio Nova Era e Blog do Berimbau  
          O programa Leite das Crianças, do Governo do Paraná, completou 15 anos, neste dia 15 de maio, de 2018; ele que foi criado desde 2003, quando o ex-governador Orlando Pessuti, atual presidente do BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul,  ainda era vice governador. "Ele começou após a CPI do Leite, que participamos, e hoje entrega mais de 150 mil litros de leite. É um programa fantástico, porque faz um acompanhamento aos produtores e a bacia leiteira cuidando da agropecuária; também tem o seu papel social, pois faz um monitoramento das crianças com pesagem, atualização da carteira de vacinação e ainda sem contar que é distribuído nas instituições de ensino, fazendo com que os nossos filhos aprendam o caminho da escola", disse Pessuti. "Eu costumo dizer que esta foi um das heranças benditas do trabalho que fizemos e permanece até hoje. Tem outros programas ainda, que é o Trator Solidário; o Fundo de Aval Garantidor aos produtos e é uma pena que tenham interrompido a soltura de alvinos nos rios do Estado, que também foi uma iniciativa nossa", salientou o entrevistado. LEITE DAS CRIANÇAS - Crianças carentes receberam, diariamente leite pasteurizado e enriquecido com vitaminas A e D e ferro. O programa funciona nos 399 municípios paranaenses e contribui para reduzir os índices de desnutrição e mortalidade infantil, além de fortalecer a cadeia leiteira. 'As secretarias do Trabalho, Emprego e Promoção Social; da Agricultura e Abastecimento; da Educação; da Saúde e do Planejamento têm a missão de coordenar e monitorar as famílias beneficiárias, a qualidade do produto comprado dos laticínios, o armazenamento e a entrega do leite em todos os postos de distribuição. Ao completa seis anos de existência, já eram 2.555 pontos de entrega, nas diversas regiões do Paraná. Cerca de duas mil escolas estaduais fazem parte da rede de distribuição, juntamente com igrejas, escolas municipais e associações comunitárias. Milhares de pessoas estão envolvidas, desde produtores até os 5 mil voluntários, que levam o alimento até ilhas, aldeias indígenas e comunidades quilombolas. Para saber mais, ouça a entrevista.  

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