sábado, 12 de agosto de 2017

EXCLUSIVO - Assassino confesso de Borrazópolis concede entrevista

Enivaldo da Silva, que matou jovem em Borrazópolis, disse que mataria novamente se fosse insultado. Também afirmou que lavou a faca para reutiliza-la na cozinha, como se nada tivesse acontecido

ENTREVISTA - No link de vídeo, ouça entrevista com o assassino. O pai do jovem morto, contestou a versão e disse que o homicida mentiu
Nesta quinta-feira, dia 10 de agosto, de 2017, o repórter Ronaldo Alves Senes, o "Berimbau", exibiu entrevista com o autor de um crime que chocou a cidade de Borrazópolis. Trata-se de Enivaldo da Silva, o "Polaquiho", de 35 anos, que confessou que matou, na segunda-feira, dia 07 de agosto, por causa de uma briga motivada por 50 centavos, o seu então amigo, Vagner Luizetto, o conhecido "Vaguinho" ou "Mirinho". Ao ser indagado pelo repórter, confessou detalhes do crime cruel e covarde, revelando chegou de surpresa com a faca e cravou no tórax da vítima. Revelou também que correu para sua casa, lavou a faca ensanguentada e a colocou na cozinha, novamente, para ser utilizada no preparo dos alimentos da família. Enivaldo entra em contradição, ao dizer que está arrependido, e ao mesmo tempo, que mataria novamente se recebesse os mesmos insultos. Um detalhe polêmico, é que o criminoso tentar justificar o delito, dizendo que estava alcoolizado, quando o rapaz pediu dinheiro para comprar uma dose de pinga de um real. Respondeu que estava com apenas 50 centavos, momento em que Vagner teria afirmado que aquilo não era quantia em dinheiro de homem andar, e o agrediu com um tapa no rosto. Irritado, foi em sua casa, que fica a 200 metros, armou-se com uma faca grande e voltou no local, pegando o jovem de surpresa, "Eu dei uma facada no peito dele, que furou o coração; quando ele caiu, eu dei mais dois golpes nas costas, mais nem precisava, ele já estava morto", disse Enivaldo. Na entrevista, ele também pediu perdão a família da vítima, mas, aparentemente, não parecia estar arrependido. RESPOSTA - O senhor Claudemir Luizeto, mais conhecido como "Mirinho", pai de Vagner, disse que "morto não fala", por isso, Enivaldo inventou uma história mentirosa. Afirmou ainda que há alguns dias, seu filho havia se desentendido com o acusado, e que na hora do crime, "Vaguinho", estava com uma pequena garrafa de bebida, e que foi Enivaldo que chegou pedindo uma dose; como Vagner não deu, ele foi ao bar, ingeriu uma dose de cachaça, com 50 centavos que tinha, e depois se dirigiu a sua casa para pegar a faga e cometer o crime de forma premeditada, fria e calculista. "Mirinho", falou da dor, inclusive Vagner deixou esposa e o filho de dois anos, e que a família está em estado de choque e que espera apenas Justiça. Clique aqui para rever matéria com detalhes sobre o crime. No link de vídeo, no início desta reportagem, assista as entrevistas.

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