29/09/2010

Pessuti sanciona leis de reestruturação e aumento de efetivo da Polícia Militar -

O Governador Orlando Pessuti sancionou nesta terça-feira (28), durante a reunião semanal da Escola de Governo, leis aprovadas pela Assembleia Legislativa que reestruturam a estrutura da Polícia Militar e permitem o aumento do efetivo da corporação. Os dois textos foram elaborados pelo Governo do Paraná e chancelados pelos deputados estaduais. As leis determinam a atualização e descentralização da estrutura da PM e fixam o efetivo da corporação em 26.747 integrantes, entre policiais e bombeiros. Com a implantação e a reposição dos quadros, além da expansão do efetivo, a Polícia Militar estará mais presente junto à sociedade. “Além disso, quando houver uma ocorrência policial, um delito, teremos condições de atender a sociedade em menos tempo”, garantiu. Da reunião saiu a mensagem legislativa aprovada pela Assembleia e, agora, sancionada pelo governador. “Os deputados entenderam a grandeza desse projeto, suaa importância para a comunidade. Começa a nascer aqui uma nova perspectiva para a Segurança Pública, com a criação de novas unidades e serviços que beneficiarão todos os cidadãos”, disse o comandante-geral da PM. A lei que prevê a organização básica da PM propõe a criação de novas unidades, a transformação de companhias, a elevação de pelotões e, principalmente, a descentralização do Comando do Policiamento do Interior, que atualmente tem sede na capital, segundo a norma de 1976. “Já a lei da fixação de efetivo autoriza o aumento do número de policiais, projetando o efetivo para o triênio 2010/11/12 com 4.867 novos integrantes”, revelou Carstens. Hoje, a PM possui 18 mil integrantes na ativa, incluídos os alunos-soldados em formação na Academia de Polícia Militar do Guatupê, aprovados em concurso público lançado neste ano. A lei também altera a composição dos fundos de Modernização da PM e de Atendimento à Saúde dos PMs, além de mudar a Lei de Promoção de Oficiais da Corporação. A lei prevê novas estruturas para a Corregedoria da PM, os futuros seis comandos regionais intermediários (desmembrados do Comando do Policiamento do Interior e do Comando do Policiamento da Capital), a criação de batalhões em Curitiba e Região Metropolitana e no interior do Estado.

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