sábado, 8 de julho de 2017

POLICIAL - Suposta tentativa de sequestro de criança na região

Em Marilândia do Sul, mãe diz que tentaram sequestrar sua filha, mais tarde, um carro foi abordado em Mauá da Serra, mas não foi reconhecido pela suposta vítima
Na tarde deste sábado, dia 08 de julho, chegou uma denúncia para a Polícia Militar informando que um homem, utilizando um  Astra preto, tentou levar uma menina de 1 ano e 9 meses que brincava na Rua, em Marilândia do Sul.  A mãe teria  percebido e gritado, momento que o carro fugiu sem levar a vítima.  Avisada, a PM fechou o cerco em toda região, sendo que mais tarde um carro parecido, foi abordado na Rua Curitiba, em Mauá da Serra.   "A equipe policial, em patrulhamento no local acima citado, avistou um veículo, cuja característica do mesmo, batia com as repassadas por Marilândia do Sul.    Realizada a abordagem, o  referido veículo e o condutor, passaram por uma revista, até que, no carro, na lateral da porta do condutor, foram  encontradas:  uma pistola 9mm com 8 munições,  todas do mesmo calibre,  e uma faca de caça de 24 cm", informou a PM. Apesar da coincidência, a mãe não reconheceu o motorista, que trata-se de um cidadão considerado idôneo pela comunidade de Mauá da Serra. "Ele tem 62 anos, é um trabalhador, pegou essa arma em um negócio que fez, mas nem iria ficar com ela, e sua prisão não passou de uma coincidência. É claro que ele vai pegar pela ilegalidade do porte de arma, mas jamais cometeu sequestro ou estas barbaridades que estão falando", disse um enteado do homem detido, ao repórter Berimbau.     A Polícia apura se a solicitação da mãe, não  seria apenas algo fantasiado por ela, por causa do temor que tomou conta das redes sociais, difundindo a falsa informação que um carro preto estaria sequestrando crianças na região.  "Pode ser que, de tanto medo, a mãe tenha imaginado que queriam sequestrar sua filha  e imediatamente avisou a PM, e depois, coincidentemente, o Astra foi encontrado em Mauá, tendo o seu condutor uma arma, o que o tornou suspeito de um fato que nem sabemos se realmente ocorreu", informou um policial que falou a nossa reportagem e pediu prudência na divulgação do fato. 

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