06/06/2021

MANOEL RIBAS - Motorista acusado de atropelar pedestre e agredir com facão

Além da ocorrência de trânsito, uma mulher foi acusada de agredir funcionária de posto por não querer vender cerveja durante Lockdown
    Em Manoel Ribas, uma situação absurda foi registrada na noite de sábado, 20h30m, dia 05 de junho, de 2021, na Avenida Brasil, esquina com a Rua Rio Tocantins, onde o casal Edilson e Lucimara Martins dos Santos, foi atropelado, propositalmente, pelo motorista de uma BMW preta, e ainda, o Edilson, de 25 anos, foi agredido com golpes de facão no pescoço, costas e pé esquerdo. A comunidade, ao tomar conhecido do fato, e familiares dos feridos, pediram justiça, mas o acusado não foi encontrado para dar sua versão sobre os fatos. Consta no boletim, que as vítimas estavam caminhando na lateral da rua, quando surgiu o carro, em alta velocidade, e deu um "cavalo de pau", atingindo os pedestres. Edilson verbalizou, chamando atenção do motorista, momento em que ele deu a volta e, novamente, veio em direção ao marido e mulher efetuando uma nova manobra de "cavalo de pau", vindo a atingir Edilson, que caiu ao solo. Lucimara também teria sido atingida de raspão. Como se não bastasse, o condutor foi acusado de descer do automóvel e, armado com um facão, atacar o atropelado. Consta no boletim, que o agressor foi identificado com sendo um tal de Leo, o qual evadiu-se e já tem passagem recente dele por dirigir embriagado no volante, em 23 de abril, de 2021. Uma pessoa ligou para a nossa reportagem, dizendo que era da parte de Leo e que ele nega tais crimes e tudo será esclarecido. As vítimas foram socorridas pelo Samu. O vídeo acima foi divulgado nas redes sociais como sendo da confusão. Não conseguimos apurar a autoria. OUTRO CASO - Consta ainda no boletim da PM, às 20h15min, de 05 de junho,  que a funcionária do Posto Carajás, na Rua Sete de Setembro, sendo ela de 38 anos, contou que uma senhora negra, entrou na conveniência e pegou uma cerveja. A vítima disse que não poderia vender, por conta do Lockdown, mas a mulher alegou que tinha dinheiro para pagar e que ela não queria vender por discriminação, porque ela era de cor negra. Para evitar confusão, a vendedora recebeu a bebida, mas mesmo assim ainda foi agredida com um tapa no rosto e fez, a acusada,  ameaças, dizendo que na Rua a pegaria. Denunciada, a Polícia encontrou a mulher  na no Hotel Central. Ela tem 46 anos e novamente alegou que os policiais queriam persegui-la, por conta de sua cor e negou que tivesse pegado a cerveja e também agredido a funcionária do Posto. O caso foi entregue na delegacia.

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