08/06/2021

Morador de Kaloré caiu no golpe da OLX. Estelionato também em Apucarana

KALORÉ -
Mais um morador de Kaloré, caiu no "Golpe da OLX", que já é antigo, mas continua fazendo vítimas em toda região. Consta como endereço da ocorrência, a Rua Orlando Carlos Pereira, sendo um jovem, Gustavo Henrique Alfoso, de 21 anos. Ele contou que anunciou uma motocicleta Honda/XRE 300, na cor vermelha, no site, na sexta feira, dia 04 de junho, 2021. Logo, uma pessoa fez contato, via Whatsapp, dizendo que seu nome era Leandro, e que se tratava de um policial federal. Também  que comprou um terreno em Londrina, por isso, tinha interesse em ficar com a motocicleta, para colocá-la no negócio, já que o dono do terreno queria uma Honda XRE. Também afirmou que um comprado, Tiago Luis de Carvalho, iria procurá-lo para ver a motocicleta, mas que ele deveria se identificar como sendo seu irmão e não revelar o valor, 23 mil, pois repassaria a moto a um valor maior, para ser mais preciso, 26 mil. O comprador, Tiago, que também era vítima, chegou em Kaloré, viu o veículo e se interessou. Para efetuar o pagamento, ele fez três depósitos por aplicativo do banco. Em seguida, foram organizar a transferência, mas na hora que o pai do vendedor foi assinar o recibo, perceberam que o dinheiro não tinha caído na conta deles, e sim, foi para a conta do estelionatário. Como já anunciamos outras vezes, os golpistas clonam o anúncio de venda, mantem, praticamente, todos os dados originais, mas trocam o número da conta bancária. APUCARANA - Em Apucarana, um golpe, que também tem feito muitas vítimas, foi aplicado novamente, desta vez na Rua Rio Tibagi, no Bairro João Paulo I. O solicitante relata que realizou a venda de um computador pela internet, mas, ao entregar o objeto, o possível comprador disse que, antes de fazer o pagamento, queria realizar um teste e entrou para os fundos da residência, porém, após algum tempo, a vítima percebeu se tratar de um golpe, pois verificou que a casa estava abandonada e a pessoa teria  evadido-se pelos fundos. Como a Polícia já alertou, os estelionatários monitoram os anúncios pelo Facebook e outros aplicativos e combinam com as vítimas um endereço para entrega, mas geralmente, escolhem uma casa vazia e simulam morar naquele local. Quando o vendedor chega, pegam alegando que vão testar dentro da residência e fogem pelos fundos. 

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