09/09/2021

CAMBIRA - Mãe de Aluno que ameaçou chacina se revolta contra a imprensa

Diretora da Escola, onde a criança estuda, disse que a entrevistada não é a mãe do principal envolvido na situação da Chacina 
Uma moradora de Cambira, de nome Tatiane, procurou o Blog do Berimbau e a Rádio Nova Era, para fazer um desabafo em relação a notícia, que foi divulgada na cidade. Era dia 03 de setembro, quando a Polícia Militar registrou o seguinte boletim: "Segundo a solicitante, Conselheira Tutelar,  recebeu ligações da diretora do Colégio Rosa De Lucia Calsavara, relatando que um ex-aluno havia pulado o muro e entrado, sem permissão no pátio da escola, bem como publicou em suas redes sociais, que realizaria uma chacina naquele Colégio. No local, já estava a equipe do Patrulha Escolar, composta pelo sargento Matchen e soldado Nascimento. Segundo o que foi apurado, por eles, o adolescente não chegou a entrar nas dependências da escola, como haviam mencionado. Apurou-se que as ameaças propagadas por ele, não tinha um alvo específico. Posteriormente, as equipes tomaram conhecimento que o ex-aluno estava na Escola Estadual Cesar Lattes. Seguimos então para a referida instituição, onde o menor foi abordado na sala da direção. Ele identificou-se, como sendo de 15 anos, e estudante. A pedido da diretora, compareceu ao local, m representante do CRAS, a fim de tomar conhecimento da situação", informou o boletim da PM.  RESPOSTA -  Segundo Tatiane, a divulgação do fato, colocou a vida de seu filho em risco, porque, apesar do nome não ter sido informado, na cidade, todos sabiam quem era. "Alguém poderia atacar meu filho na rua, achando que ele era um assassino", disse ela. Afirmou também que ela não foi comunicada do problema e só tomou conhecimento no dia 08 de setembro, quando seu filho, de 15 anos, enviou uma mensagem, dizendo que não voltaria mais para casa, que iria virar menino de rua, porque ele era um "rato". Ela o questionou, e logo foi informada que, na escola, estavam Policiais, Conselheiros e outros órgãos, vigiando o menor. Ao se dirigir a escola, tomou conhecimento que, o autor da ameaça de chacina, era seu filho. "Quando tudo ocorreu, antes de informar a imprensa ou, a primeira providência, deveria comunicar a mim, que sou mãe. Ele voltou para a casa, e não falou nada.  A escola também, sempre que procurei,  em busca de ajuda psicológica, diziam que não era possível", reclamou a mãe.   VERSÃO DA ESCOLA -  Diretora  do Colégio Cesar Lattes, professora Juliana, falou a nossa reportagem. Ela contestou a versão da mãe, dizendo que o filho da entrevistada, é um dos envolvidos na ocorrência, inclusive, foi ele quem filmou o outro menor, mas afirmou que ele não é o verdadeiro autor das ameças, motivo pelo qual, ela não foi informada. Sobre negativa de ajuda da escola, para os problemas psicológicos que aluno e mãe estariam supostamente sofrendo, Juliana afirmou que, desde que assumiu o comando da direção, no início de 2021, nunca foi procurado por Tatiane. Afirmou ainda que, se houve alguma negativa no passado, ela não tem conhecimento e não pode ser responsabilizada.  

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