29/08/2025

Projeto na Assembleia prevê a criação do programa “Maria da Penha vai à Roça”

Deputada Mara Lima 
Deputada Cantora Mara Lima (Republicanos).. Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar A deputada cantora Mara Lima (Republicanos) protocolou, na Assembleia Legislativa do Paraná, o Projeto de Lei que cria o Programa Maria da Penha vai à Roça, iniciativa pioneira no Estado voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher no meio rural e em comunidades tradicionais. O programa prevê ações como caravanas com palestras e oficinas, cartilhas e rádios comunitárias, formação de lideranças locais e mutirões de cidadania e saúde, sempre em parceria com sindicatos rurais, cooperativas agrícolas, universidades, SENAR (“Serviço Nacional de Aprendizagem Rural”), Conab (“Companhia Nacional de Abastecimento”), prefeituras e organizações da sociedade civil. “Queremos levar informação, acolhimento e proteção às mulheres do campo, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e fortalecendo sua participação na sociedade”, afirmou a deputada. A proposta foi inspirada pela campanha “Maria da Penha vai à Roça”, criada pelo partido Republicanos, e que será replicada nos municípios, em todo o Brasil. Uma cartilha de conscientização, elaborada com linguagem simples e prática, permite que qualquer mulher republicana conduza encontros comunitários. O material aborda os tipos de violência doméstica (física, psicológica, sexual, patrimonial e moral), o ciclo da violência, as medidas protetivas de urgência, a importância da rede de apoio e o protagonismo político e social das mulheres rurais. O material traz ainda testemunhos reais, reflexões e dinâmicas que ajudam agricultoras a identificar abusos, reconhecer a violência e buscar ajuda. “A mulher do campo muitas vezes enfrenta o isolamento e não sabe a quem recorrer. Nosso papel é levar a elas esperança, apoio e instrumentos para romper o ciclo da violência”, destacou Mara Lima. Com isso, afirma a parlamentar, o Paraná dá um passo importante para ampliar a proteção às mulheres em áreas rurais e comunidades tradicionais, promovendo informação, acolhimento e fortalecimento da participação feminina na sociedade.

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