terça-feira, 23 de outubro de 2018

CORRUPÇÃO - Beto Richa e outros acusado tiveram bens bloqueados

                Sites nacionais, como o G1, destacaram o bloqueio de bens do ex-governador Beto Richa. Em nota o portal noticiou: A Justiça decretou o bloqueio de bens do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) e dos deputados Plauto Miró (DEM) e Valdir Rossoni (PSDB) e de outros 10 investigados na Operação Quadro Negro. A decisão é de 11 de outubro e foi assinada pelo juiz Eduardo Lourenço Bana. Veja abaixo quanto o Ministério Público do Paraná pediu para ser bloqueado de cada um: Carlos Alberto Richa: R$ 27 milhões; Edmundo Rodrigues da Veiga Neto: R$ 27 milhões; Eduardo Lopes de Souza: R$ 16 milhões; Evandro Machado: R$ 16 milhões; Luiz Eduardo da Veiga Sebastiani: R$ 27 milhões; Marilane Aparecida Fermino da Silva: R$ 16 milhões; Maurício Jandói Fanini Antonio: R$ 16 milhões; Plauto Miró Guimarães Filho: R$ 27 milhões; Tatiane de Souza: R$ 16 milhões; Valdir Luiz Rossoni: R$ 27 milhões; Valor Construtora e Serviços Ambientais – EIRELI: R$ 16 milhões; Vanessa Domingues de Oliveira: R$ 16 milhões; Viviane Lopes de Souza: R$ 16 milhões. A decisão da Justiça, porém, não detalha quanto, de fato, foi bloqueado de cada investigado. Richa e os outros são investigados na Operação Quadro Negro, que apura o desvio de mais de R$ 20 milhões de obras de escolas públicas do estado. Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as fraudes foram cometidas em aditivos de obras fechados com a Construtora Valor, autorizados pela administração pública. Para o MP, as investigações apontaram, em especial com base nas delações de Eduardo Lopes de Souza e Maurício Fanini, que os aditivos foram desnecessários e fraudulentos. As investigações também apontaram que Maurício Fanini, ex-diretor da Secretaria de Estado da Educação (Seed), protagonista dos desvios de recursos, seguia ordens do ex-governador, que seria o principal beneficiário do esquema fraudulento. Os procuradores dizem que mais de 20 mil alunos foram prejudicados com a ausência das escolas que deveriam ser concluídas. Os acusados negam a prática de crimes.

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