segunda-feira, 22 de outubro de 2018

FAXINAL - Carga e lacração das urnas realizada na Comarca de Faxinal

 Juiz  e Chefe do Cartório Eleitoral, da Comarca de Faxinal, tiraram  dúvidas e demostraram a segurança da urna eletrônica em evento aberto a imprensa e ao público em geral 
No link de vídeo, ouça entrevista especial com o Dr. Norton Thomé Zardo, juiz eleitoral da Comarca de Faxinal 
Virou algo comum receber mensagens, via Whatsapp, Facebook e outras mídias sociais, das famosas notícias falsas (Fake news), onde pessoas aparecem afirmando que a urna eletrônica  não é segura ou que ela pode ser fraudada com facilidade. Há até vídeos  falsos exemplificando sistemas adulterados onde, ao votar num candidato, o voto é computado para outro. Para dar tranquilidade ao eleitor e combater esse tipo de desinformação, os Juízes Eleitorais convidaram a imprensa e a sociedade em geral, para acompanhar os procedimentos de carga e lacração das urnas, uma forma de disponibilizar a toda comunidade, informações que atestam que a urna é segura e que, eventuais problemas, panes ou situações parecidas, são fatos isolados; passíveis de acontecer, porque a urna é uma máquina eletrônica, mas nada que afete a confiabilidade do sistema ou comprometa o processo eleitoral. Por isso, no domingo, dia 21 de outubro, de 2018, o Juiz da 110.ª Zona Eleitoral de Faxinal/PR, Doutor Norton Thomé Zardo, que agrega três municípios (Faxinal, Cruzmaltina e Borrazópolis), convidou toda a sociedade para a Cerimônia de Geração, Carga e Lacração das urnas eletrônicas, que serão utilizadas no 2.º turno das eleições gerais de 2018, especialmente para os procedimentos de auditoria  executados em urnas sorteadas aleatoriamente pelos presentes, as quais foram submetidas a testes de votação. O magistrado ressaltou, outrossim, a importância da participação dos diversos segmentos da sociedade, durante a auditoria, sobretudo em virtude das notícias falaciosas que circulam nas redes sociais questionando a confiabilidade das urnas e a segurança e integridade do sistema eletrônico de votação. O evento aconteceu no Fórum Eleitoral de Faxinal, localizado na Rua: Benedito Cirilo, 220. Por volta das 08 horas da manhã, Renan Felipe Gonçalves, Chefe de Cartório da 110ª Zona Eleitoral, e técnicos, supervisionados pelo Juiz, começaram a realizar os procedimentos na primeira urna; conforme as etapas eram realizadas, tudo era minuciosamente explicado aos presentes. "Esse procedimento é realizado desde que foi adotada no Brasil a votação por urnas e é importante para demonstrar a lisura do processo eleitoral. Fizemos essa convocação específica dado ao grande número de notícias falsas", disse o Dr. Norton, em entrevista ao repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau". "Quem esteve aqui, pode conferir e testar com servidores do TRE, que o sistema foi desenvolvido no Brasil, com apoio de engenheiros de grande instituições, inclusive ligados as forças armadas. A produção delas ocorre em Minas Geras, por uma empresa americana e líder mundial em sistemas de segurança, entre eles, os caixas eletrônicas, por isso, posso dizer, em sombra de dúvidas: é um sistema feito para ser absolutamente seguro", finalizou Dr. Norton. Para ouvir a entrevista completa e outros detalhes sobre a segurança das urnas eletrônicas, clique no link de vídeo, a direita. Uma nota publicada no site do TSE, também esclarece que qualquer tentativa de executar software não autorizado na urna eletrônica resulta no bloqueio do seu funcionamento e que ela tem mais de 30 camadas de segurança. De igual modo, tentativas de executar o software oficial em um hardware não certificado resultam no cancelamento da execução do aplicativo. Para todo o conjunto de software produzido durante a Cerimônia de Lacração dos Sistemas Eleitorais, são geradas assinaturas digitais e resumos digitais. Caso haja qualquer suspeição quanto à autenticidade do software da urna eletrônica, as assinaturas digitais e os resumos digitais podem ser conferidos e validados por aplicativos desenvolvidos pelo TSE e por software desenvolvido por partidos políticos, pelo MP e pela OAB. Todos os dados que alimentam a urna eletrônica, assim como todos os resultados produzidos, são protegidos por assinatura digital. Não é possível modificar os dados de candidatos e eleitores presentes na urna, por exemplo. Da mesma forma, não é possível modificar o resultado da votação contido no boletim de urna ou o registro das operações feitas pelo software (Log) ou mesmo o arquivo de Registro Digital do Voto (RDV), entre outros arquivos produzidos pela urna, uma vez que todos estão protegidos pela assinatura digital. Muito se fala da possibilidade de hackers invadirem as urnas no dia da votação, mas a urna eletrônica não é vulnerável a ataques externos. Esse equipamento funciona de forma isolada, ou seja, não dispõe de qualquer mecanismo que possibilite sua conexão a redes de computadores, como a Internet. Também não é equipado com o hardware necessário para se conectar a uma rede ou mesmo qualquer forma de conexão com ou sem fio.  (Mais fotos no link de vídeo)











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