segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

CRUZMALTINA - Investigação aponta que tiro acidental matou caçador

                                TRÁGICO                              
O fato ocorreu na zona rural de Cruzmaltina, Distrito de São Domingos. Caçadores de Javali estavam numa mata quando o incidente aconteceu  

No link de vídeo, ouça entrevista com o investigador Fernando Serpe, comentando sobre o caso 
   Como exclusividade o Blog do Berimbau e a Rádio Nova Era, apuraram que os primeiro levantamentos da investigação da morte de um cidadão de nome Vílson de Souza, de 50 anos, apontam para disparo acidente de arma de fogo, espingarda calibre 32. Como noticiamos, a Polícia Militar, de Borrazópolis, equipe formada pelos soldados Ivan e Henrique,  foi acionada para comparecer no Distrito de São Domingos, que pertence a Cruzmaltina, e fica às margens da PR-272, próximo ao trevo da Coamo, onde o fato aconteceu. "Apuramos que três pessoas estavam caçando porco do mato, entre eles: Antônio Vieira, o "Vermelhinho"; também um homem de nome Gílson e a vítima, o Vílson. O depoimentos dos envolvidos indicam que Antônio estava a uns cinco quilômetros de Vílson, e, a cerca de 200 metros, o Gílson, com o objetivo de cercar a caça. Foi quando ouviram um disparo. Como eles usavam rádio comunicador, conseguiram localizar a vítima pelo som emitido pelo HT, já que o homem estava inconsciente e não respondia. O homem levou um tiro na altura do abdômen e os amigos ainda tentaram estancar o sangue e o socorrer, mas não obtiveram êxito", informou o investigador Fernando Serpe, da equipe do Delegado Dr. Ricardo Mendes, da Delegacia de Faxinal. Um detalhe que descarta que o tiro possa ter partido de uma outra arma, é que Antônio, por exemplo, estava com uma espingarda calibre 44. A esposa e um filho da vítima também foram ouvidos. Foi acionado o IML - Instituto Médico Legal, de Ivaiporã, cujo laudo vai ajudar a esclarecer ainda mais como o fato ocorreu, mas preliminarmente o legista informou que a bala pegou na fivela do cinto, levando resquício desta referida fivela para dentro da parede abdominal. A bala logo parou, mas provocou a morte porque atingiu uma artéria. Os caçadores, além de arma e Rádio Comunicador, também usavam cães de raça, avaliados em cerca de 10 mil reais cada um, para prática da atividade. Antônio e Vílson tinham autorização para promover a caça e portar armas. Ainda cena do crime, há informações que haviam outros caçadores no local de morte, mas o caso está sendo devidamente apurado. Vílson de Souza, era um pessoa muito querida da comunidade, por isso, sua morte causou comoção. Em nota, algumas pessoas enviaram mensagens de luto e pesar para os familiares e amigos, e lamentaram a perda irreparável.


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