13/08/2020

CAMBIRA - Vendedores de Pizza em nome de Igreja são detidos

Ilustrativa 
Eles foram acusados de estelionato, porque alegavam que a Pizza era para ajudar pessoas carentes. O produto também foi considerado impróprio para consumo 
Em Cambira, no dia 12 de agosto, às 16h30min, na Rua João Sanches Alcazar, a Polícia Militar foi acionada por fiscais da prefeitura da cidade de Cambira, para dar apoio na checagem de uma situação envolvendo vendedores ambulantes que estava comercializando pizza sem possuir autorização para venda no município e ainda estavam desrespeitando um decreto municipal em vigor, número 188/2020, que proíbe comércio ambulante, de qualquer gênero alimentício e produtos, por pessoas não residentes no município. Inicialmente foram abordadas duas pessoas com 16 pizzas, sendo um homem e uma mulher. Perguntado sobre qual a finalidade das vendas, uma delas não quis responder, mas a outra declarou que era para ajudar pessoas que pudessem vir a necessitar, e que estavam vendendo em nome da “Igreja das Nações da Poderosa Mão de Deus", mas que no momento não teria nenhuma pessoa necessitando da tal ajuda. Os abordados entraram em contradição, inclusive, sobre o número de pizzas que estavam vendendo. Em seguida, levaram a Polícia Militar até a Rua Primavera, na casa de uma mulher, onde haviam guardado várias Pizzas. Ao chegar ao endereço, a senhora disse que não quis comprar e que eles pediram favor, ou seja, que ela guardasse dez Pizzas. Outra senhora, da mesma Rua, afirmou que ela comprou com a promessa dos vendedores, que o dinheiro seria revertido para o Hospital do Câncer. Mais uma moradora relatou que não comprou Pizza, mas doou 4 reais para ajudar os vendedores. Também foi localizado um Fiat Idea, que casal disse ser o veículo que os trouxe até a cidade. Ao abordar o condutor, afirmou ser obreiro na referida Igreja e cintou um pessoa que seria ajudada, contrariando tudo o que os primeiros dois abordados já haviam informado. Também se constatou que os produtos estavam armazenados de forma irregular para o consumo. Diante dos fatos, a acusação foi estelionato e vende de produto impróprio para o consumo.

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