21/08/2020

GRANDES RIOS - Vendedores de colchões são acusados de golpe

Representante da mesma empresa, que foi acusada de estelionato em Borrazópolis, foi autuado em Grandes Rios e com a mesma acusação
   Recentemente, em 29 de julho, de 2020, divulgamos uma informação que, em Borrazópolis, uma empresa havia sido acusada de estelionato contra aposentados, usando como álibi, a venda de colchões. Segundo informações, eles convenciam as vítimas a comprar o produto e parcelar no cartão de crédito, mas, em seguida, faziam um empréstimo consignado e passavam o cartão no débito, subtraindo o dinheiro a vista, e sempre  um valor acima do que havia sido combinado. Um dos acusados foi levado para Faxinal, após flagrante da Polícia Militar de Borrazópolis, e ficou preso, mas dois dias depois, conseguiu o direito a liberdade. Os representantes da empresa procuraram o Blog do Berimbau e a Rádio Nova Era, negando que praticaram ou praticam esse tipo de crime, que tem muitos clientes na região, que entregam os produtos e o que aconteceu foi apenas um mal-entendido. GRANDES RIOS - Mas no  dia 20 de agosto, praticamente, um mês após o caso de Borrazópolis, o Delegado de Faxinal, Dr. Ricardo Mendes, que também é responsável pela Comarca de Grandes Rios, informou que novamente está autuado um representante da empresa por suspeita de estelionato. A ocorrência começou quando a Polícia Militar foi até a Rua Domingos Afonso Moreira, solicitada por um morador. Ele disse que comprou um box e uma cabeceira de cama, em 48 vezes de R$179,00, por meio de boleto bancário, e que, a primeira parcela, seria a partir de 4 meses após a chegada do colchão. No entanto, notou algo estranho, ou seja, que caiu em sua conta, o valor de R$7.571,91, valor este que depois desapareceu. Relata ainda que fez contato com a Cooperativa Cresol, onde informaram que esse dinheiro era oriundo de um empréstimo consignado junto ao Banco BMG, por isso, deduziu que os vendedoras fizeram a manobra, para receber o valor do colchão. O cidadão chamou a Polícia Militar, exatamente, no instante em que o representante da empresa fazia a entrega do produto. "Questionado o entregador, ele informou que pertence a empresa Kenko Fênix. Sobre o contrato, apresentou apenas um pedido, com a assinatura da mulher do reclamante, no qual constava, ao invés de 48 parcelas, um total de 84 parcelamentos, de R$179,00. A vítima disse que não autorizou tal procedimento bancário e que os acusados tiraram fotos de seus documentos e pegaram assinaturas, provavelmente para fazer o empréstimos", informou o boletim da Polícia Militar. Diante do desacordo e das suspeitas, o caso foi levado para a Delegacia de Faxinal. Novamente a empresa nega que tenha cometido estelionato

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