10/08/2020

Paraná e Rússia assinarão acordo para produção de vacina

       MAIS DETALHES Sites, como a CNN Brasil, destacaram a polêmica da Vacina contra Covid-19, produzida na Russia e que ganhou destaque, após o governo do Paraná anunciar que assinará um convênio com aquele Pais para produzir a vacina Sputnik V, a primeira registrada contra o novo coronavírus. Segundo o Portal, a possibilidade de uma parceria do estado brasileiro com a Rússia, foi tratada no fim de julho, durante reunião, em Brasília. O acordo deve ser assinado nesta semana ou no início da próxima, afirmou o presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado. "Um momento de expectativa, de tratativas iniciais, que devem ser pautadas pela prudência, segurança, transferência de tecnologia. Não podemos, obviamente, queimar etapas. Este é um momento que estamos nos preparando. O governo do Paraná nesta semana, ou possivelmente no começo da outra, assinará esse protocolo de intenções com o governo da Rússia para que as tratativas técnicas oficiais possam ter início." Sobre as incertezas em relação à vacina russa, cujos dados dos estudos clínicos ainda não foram tornados públicos por Moscou, Callado afirmou que após a oficialização de termo com o governo russo o Tecpar pedirá acesso a esses resultados. “Obviamente, para que essa vacina chegue ao Brasil, é necessário ter aprovação do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa e da Anvisa. São pontos bem cautelosos, que não acontecem de uma hora para a outra.” Ele disse ainda que depois da análise desses resultados o instituto poderá replicar a fase 3 de testes clínicos com o medicamento russo aqui no país ou, em caso de dados positivos, solicitar um "registro clone" dessa vacina para o Brasil. “Vacina, como todos sabemos, é um processo muito técnico, envolve muito tempo em termos de pesquisa e em termos de produção também”, disse. Questionado sobre uma estimativa de quando os primeiros brasileiros poderim ser imunizados, o presidente do Tecpar afirmou que é importante ser cauteloso e, até, conservador nessa questão. “Colocando um cenário muito positivo, em que testes sejam realizados com toda segurança e demonstrem resultados satisfatórios, não podemos falar nada antes do segundo semestre de 2021”, disse. “A menos que ocorram informações muito positivas, que ocorram ações acima das expectativas e esse prazo possa ser um pouco encurtado. Mas, em princípio, o mais correto, o mais responsável, é não fazer previsão antes do segundo semestre de 2021.” O Tecpar tem parceria com a Fiocruz e com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná, que hoje produzem testes para o diagnóstico de Covid-19. O governo do Paraná negocia também com o laboratório chinês Sinopharm parceria para testagem e produção de outra vacina contra o novo coronavírus. As ações também ficarão sob responsabilidade do Tecpar. - clique aqui - e leia mais detalhes sobre essa notícia na CNN. 

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