20/08/2020

RIO BRANCO - Diretora tem Whatsapp invadido em Escola Municipal

Diretora de Escola Municipal tem Whatsapp invadido e a suspeita recaiu sobre um funcionário da própria instituição de ensino 
     Em Rio Branco do Ivaí, a Secretária Municipal de Educação,  e também a diretora da Escola Municipal Dom Pedro II , acharam estranho o fato de uma conversa particular, entre as duas, no Whatsapp, ter caído nas redes sociais, sem que ambas o tivessem feito. O fato é que, em 19 de agosto, de 2020, a diretora procurou a Polícia, já com uma forte suspeita sobre o que poderia ter ocorrido. A acusação é que um secretário dela, ou seja, que trabalha na mesma escola, pegou seu celular, que foi deixado na sala, sem autorização, e o logou no aplicativo WhatsappWeb do seu computador, o que é possível apenas fazendo a leitura de um código. Dessa forma, segundo consta na acusação, ele tinha acesso a todas as suas conversas. A vítima descobriu tal fato, por acaso, no dia 17 de agosto, ao chegar na escola e perceber que seu Whatsapp estava no computador. Veja o boletim de ocorrência, na íntegra, e entenda o que ocorreu. "A diretora informou que, após o vazamento de uma conversa sua, no dia 17 de agosto, de 2020, por volta de 09:00 horas, percebeu que seu secretário, havia conectado seu celular e usado seu aplicativo "Whatsapp" sem o consentimento da solicitante. Afirma ainda que, acabou descobrindo, por acaso, depois que conversas vazaram, o que a fez imaginar que o aplicativo havia sido invadido por alguém, mas, até então, não sabia quem, sendo que, no dia 17 de agosto, foi até a escola e flagrou o momento em que seu secretário  abriu a tela do computador e lá estavam suas mensagens na tela, e, ao o indagar, sobre tal atitude, ele negou ter feito, mas relata, a professora, que apenas 3 pessoas tem a senha do referido computador e que ninguém acessa sem autorização de responsável, sendo que no dia seguinte, o secretário foi até a diretora com um documento para ser assinado. Ao ler, tratava-se de uma declaração de coação e acusação sobre os fatos. A vítima disse que tem medo de que ele possa assinar tal documento, falsificando sua assinatura. Também que o secretário havia dito para a pedagoga da escola, sobre as mensagens vazadas, como se não fosse ele, mas dando a entender que seria alguém da escola e que iria processar a solicitante por falsa acusação. A educadora finalizou dizendo que nunca havia entrado no  WhatsappWeb e que nem sabia como fazer tal procedimento", informou o boletim divulgado pela Polícia Militar.  O servidor, que trabalha na Escola, negou os fatos e uma investigação  busca esclarecer o que realmente ocorreu. A polícia não divulgou o nome do suspeito, até que os fatos fiquem devidamente apurados.  

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