28/12/2021

MANOEL RIBAS - Policiais são obrigados a atirar para conter morador

Após confusão familiar, o autor reagiu contra os soldados da Polícia Militar. Ainda, em Manoel Ribas, houve caso de violência doméstica 
    No  27 de dezembro, por volta das 16h52min, a Polícia Militar registrou ocorrência de danos, resistência, ameaça e desobediência, contra um morador. Ao final, para ser contido, os soldados foram obrigados a feri-lo com um tiro.    Tudo começou quando entrou em contato, uma  mulher, de 42 anos, relatando, que havia recebido ligação de uma senhora, de 48 anos, cuidadora de uma idosa, de 89 anos, solicitando, que ligasse para a polícia, pois o filho da pessoa cuidada, M. F., de 47 anos, chegou gritando e proferindo xingamentos contra seus familiares e ainda se jogava para cima da mãe, que está de cama, por conta de problemas de saúde. Também quebrava alguns móveis. Policiais foram até o final da Rua Sete de Setembro, onde já avistaram o suspeito descalço e segurando uma camisa na mão, aparentando estar discutindo com uma senhora. Ao perceber a viatura, começou a evadir-se descendo a rua, momento em que um dos integrantes da equipe, deu voz de abordagem, solicitando que virasse de costas, para ser revistado, mas não acatou. Ainda correu e pulou o muro da casa. Um dos soldados fez o mesmo caminho e o outro entrou por um dos portões. Eles encontraram o suspeito nos fundos, com as mãos para trás, dizendo que, para retirá-lo dali, somente morto. Foi utilizado spray de pimenta, mas como o autor tem um porte alto, não foi atingido. Ainda sorriu e continuou, extremamente, agressivo e exaltado, com sintomas de quem havia feito ingestão de psicoativos. Em seguida, correu de novo para pular a janela da residência, dizendo que pegaria uma faca. A esposa e as filhas, que encontravam-se no local, disseram que ele ingeriu bebida à tarde toda. O homem subiu um escada, acessou o segundo andar e ficou insultado os soldados, afirmando que, se eles subissem, seriam mortos. Quando houve a aproximação, novamente, da equipe, ele afirmou: "agora vocês vão morrer". Neste instante, por segurança da equipe, foi feito um disparo, por um dos integrantes do efetivo, em direção ao chão do corredor, visando coagir o autor para que este parasse. Mesmo após o disparo, correu para o closet do quarto, colocando suas mãos dentre as roupas para pegar algo. Foi então efetuado mais um disparo na região das pernas do autor, o ferindo na perna direita, altura do fêmur, visando resguardar a integridade física da equipe, pois não se sabia ao certo o que ele iria pegar naquele local. Neste instante, o morador caiu e foi possível algemá-lo, já que ainda apresentava reação. Um policial, com noções de socorro, deu o primeiro atendimento, até a chegada do SAMU e Bombeiros Comunitários. As reações continuaram e o acusado dizia que preferia morreu, ao invés de conviver com os seus familiares, pois estariam tentando o derrubar, devido a motivos de uma possível herança. Visando dar o atendimento necessário, o ferido foi sedado. Consta contra ele, boletim de ocorrência de disparo de arma de fogo, sendo uma pistola, mas a arma não foi encontrada. Todas as providência foram tomadas. Como seu nome não foi divulgado, não conseguimos ouvir sua versão ou de seus advogados.   LESÃO CORPORAL - Ainda, em Manoel Ribas,  uma mulher, de 25 anos, relatou que havia discutido com seu marido, de 31 anos, e que, em certo momento, ele deu um soco em sua cabeça. Para defender-se, revidou com tapas. O esposo então deixou a casa com um carro prata, tomando rumo ignorado. Buscas foram feitas e ele não foi encontrado.

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