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11/08/2022

APUCARANA- Paciente internada há 72 dias em trabalho de parto agradece hospital

A última terça-feira (09 de agosto de 2022) foi de emoção para a Apucaranense Quelen dos Santos Manfrini que, depois de 72 dias internada em trabalho de parto, finalmente pôde segurar seu pequeno Gael nos braços. A paciente deu entrada no Hospital da Providência Materno Infantil pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no dia 30 de maio com 25 semanas e 5 dias de gestação sentindo contrações. “Eu vim sozinha, não imaginei que estava em trabalho de parto. Logo que me atenderam, já fui encaminhada para internamento, foi tudo muito rápido, o pessoal é muito atencioso”, conta. Para evitar o nascimento prematuro, a paciente contou com o tratamento da equipe multidisciplinar do Hospital. “Foram feitas várias medicações para inibir o trabalho de parto, além de fisioterapia para prevenir tromboembolismo e exames de rotina toda semana para mantermos o Gael ali mais tempo, permitindo que ele se formasse melhor”, afirma Amanda Valente, Médica Obstetra do Materno Infantil. Ao completar as tão esperadas 30 semanas de gestação a equipe realizou uma festa para a futura mamãe e para o pequeno guerreiro. “A doutora brincava que quando eu chegasse às 30 semanas de gestação a gente faria uma comemoração, acordei com balões e salgadinhos para celebrarmos essa vitória”, conta a mãe. “Com muita luta e perseverança da Quelen conseguimos chegar ao fim da gestação com 35 semanas e Gael nasceu com 3.125kg. Foi um verdadeiro milagre, ver esse bebê com tanta vitalidade hoje nos deixa muito felizes”, afirma a médica. Após 72 dias de internamento e trabalho de parto e 47 deles em repouso absoluto, Quelen pode finalmente ver seu pequeno milagre em seus braços. “A sensação hoje é de missão cumprida, muito orgulho de toda a trajetória dele, que veio lutando desde as 25 semanas. Agora, com ele aqui, eu estou bem, a cesárea dói um pouco, mas o coração já não dói mais, faz tudo valer a pena”, diz a mamãe. O papai Uelton Costa, já com o caçula nos braços, agradeceu a equipe. “A gente tem que agradecer pelo hospital, mostram que aqui não tem distinção entre SUS ou particular, é padrão, uma equipe dedicada, um tratamento humanizado, viraram parte da família”, conta. “Se não fosse o pessoal da enfermagem eu não teria conseguido, eles que me acalmavam e alegraram meus dias, cada grama que o Gael ganhava era comemorada, me ajudaram mais do que imaginam, me deram forças quando eu não tinha, só posso agradecer”, afirma Quelen.

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