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18/11/2022

Terminou o julgamento da moradora de Borrazópolis que matou marido a machadadas

Segundo os advogados Dr. José Teodoro Alves  e Tiago Mariano, a acusada já cumprirá pena em liberdade 
Saiu em liberdade do fórum, a moradora de Borrazópolis acusada do crime previsto no artigo Art 121. "Matar alguém"; com base no parágrafo 2° e inciso I e IV, que significa dizer: "matar mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe; e ainda, a traição, de emboscada, mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido". Ela também havia confessado o crime em três oportunidades, inclusive que o atacou enquanto dormia, portanto a missão dos advogados de defesa, não era nada fácil, já que também as agressões foram gravíssimas, levando o cidadão para coma profundo por mais de 50 dias, causando debilidades permanentes. A expectativa de amigos e familiares da vítima, é que a acusada recebesse uma condenação expressiva e ficasse na cadeia por muitos anos, mas a pena não passou de 8 anos, regime semiaberto. Como ela estava usando monitoramento (tornozeleira eletrônica) há três anos, a pena foi subtraída e Marina já entrou para o regime aberto. O julgamento começou pela manhã e finalizou às 20:45 horas. SOBRE O CASO - Como noticiamos, a ré é autora de um grave crime, que ganhou repercussão nacional, ocorrido em 24 de dezembro de 1.999. Ela foi julgada em 17 de novembro de 2022, em Londrina. A cena do delito, foi uma Fazenda no Distrito de Lerroville, próximo ao Rio Tibagi. A acusada é Marina Rosa Rocha. Ela desferiu golpe de machado em seu companheiro, Sebastiao Lima de Godoy, após ele ameaçar agredi-la,  quando ela acordasse, motivado por ciúmes. Elas atingiu  o homem, em uma oportunidade, com machadada na cabeça, o deixando desacordado. Socorrido ficou inconsciente em um Hospital em Londrina, por mais de 50 dias. A mulher foi presa mais de 10 anos depois, na cidade de Borrazópolis, onde reside, até ser julgada pelo Tribunal do Júri de Londrina. ADVOGADOS -   Promoveram a defesa da ré, o Dr. José Teodoro Alves e seu filho Tiago Mariano Teodoro Alves, de Apucarana. 

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