domingo, 24 de fevereiro de 2019

BRASIL x VENEZUELA - CLIMA TENSO

Confrontos e mortes tem marcado polêmico fechamento da fronteira do Brasil com a Venezuela. No domingo, dia 24 de fevereiro, a situação ainda era tensa 
      O domino ainda foi tenso na fronteira do Brasil com a Venezuela. O portal G1 noticiou que o exército venezuelano e manifestantes, voltaram a entrar em confronto na fronteira, em Pacaraima (RR), na tarde deste domingo (24 de fevereiro). Os manifestantes jogaram pedras contra a Guarda Nacional Bolivariana, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo. Pouco depois, a Força Nacional do Brasil fez uma barreira de contenção para impedir o avanço dos manifestantes e interromper o confronto. Veículos da Força Nacional e homens da Polícia Rodoviária Federal chegaram à fronteira por volta das 14h50, após o início dos conflitos. Foi a primeira vez que a Força Nacional foi acionada desde o fechamento da fronteira. Pouco depois, as forças de segurança do Brasil fizeram a barreira de contenção a cerca de 50 metros da fronteira com a Venezuela. Após o estabelecimento desta contenção, os blindados venezuelanos recuaram. DEZ MORTES - Uma das situações mais tensas, ocorreu durante o confronto entre militares venezuelanos e indígenas, que deixou pelo menos duas pessoas mortas na cidade de Kumarakapay, na Venezuela. O conflito, que ocorreu nesta sexta-feira (22), aconteceu depois que civis tentaram manter aberta uma passagem na região da fronteira entre a Venezuela e o Brasil. A divisa entre os dois países foi bloqueada na noite desta quinta-feira (21) por determinação de Nicolás Maduro. O chavista ordenou o fechamento da fronteira para impedir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. Entre os mortos no confronto estão Zorayda Rodriguez, de 42 anos; e "Rolando García, que chegou a ser levado ao hospital de Pacaraima, mas não resistiu aos ferimentos. Autoridades de Gran Sabana afirmam que outras 15 pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de Roraima, cinco pacientes venezuelanos recebem atendimento no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista. Todos foram feridos por arma de fogo. Juan Guaidó, opositor de Maduro que se autoproclamou presidente interino da Venezuela, marcou para este sábado (23) a passagem de ajuda humanitária doada por outros países, incluindo o Brasil. De acordo com a agência de notícias Reuters, alguns indígenas haviam expressado apoio aos planos de Guaidó de permitir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela.

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