terça-feira, 21 de maio de 2019

ORTIGUEIRA - POLÊMICA NA CIDADE

Família diz que prefeitura quer passar asfalto por cima da varanda da casa.  Na residência residem quatro mulheres. O secretário de obras negou as acusações 
No link de vídeo, veja imagens do local, principalmente da casa e de onde o asfalto está sendo edificado 
Amigos, familiares, moradores da vizinhança, enfim, algumas pessoas da comunidade, procuraram o Blog do Berimbau para denunciar o que seria um ato de intolerância por parte da prefeitura municipal, gestão da prefeita Lourdes Banachi. "Berimbau, só resta o teu jornalismo sério e corajoso para que possamos denunciar. A prefeitura vem fazendo uma covardia com uma viúva e seus familiares, e o que estamos pedindo é socorro, caso contrário, eles podem perder o único bem que possuem, que é a casa onde moram". escreveu uma amiga. A própria família, divulgou  uma nota, que diz o seguinte: "Me chamo Sônia Aparecida Cordeiro, sou nascida e criada em Ortigueira, onde resido nessa casa, que está na foto, e no vídeo que lhe enviei, localizada na Rua Manoel Teixeira Guimarães, por 24 anos. Esse imóvel foi deixado como presente pela minha avó paterna, já falecida, casa simples, mas documentada, onde vivo com minha mãe Maria, natural de Ortigueira, cidadã de bem, trabalhadora e contribuinte. Também mora aqui as minhas duas irmãs e minha filha Emanuely, de apenas cinco anos.  Somos 4 mulheres que estamos juntas batalhando por um direito nosso. Há quase um  ano estamos vivendo uma situação triste com a Prefeitura de Ortigueira, da qual tem nos causado muito sofrimento. Nossa humilde casa foi construída, em um lugar onde há muitos anos não havia asfalto, mas agora, com início de obras nesta região, a prefeitura verificou, na demarcação da rua, que a nossa área (varanda), estava ocupando parte da Rua. Em conversa com o Secretario de Obras, ele nos disse que teria que ser retirado toda a área, e seria deixado dois metros para que pudêssemos construir a calçada, mas isso não aconteceu. Recebemos multa no valor de 4.000 reais e nos foi deixado apenas uma metro e não dois, como havia sido prometido. Também constava na multa. Com 1 metro, que nos sobrou da frente da casa, não é possível construir, se quer o muro para proteção da nossa residência, que está vulnerável. Estamos sofrendo muitos insultos e desrespeito. Tenho que manter minha filha fechada e em casa. Não tem condições de deixar a porta aberta, o barulho é muito grande, devido os rolos que passam e já causaram várias rachaduras na parede. Minha filha tem medo de dormir, porque acha que a casa vai desabar a qualquer momento. Minha mãe, que usa medicamentos controlados, também está ficando muito abalada com tudo isso. A prefeitura prometeu nos dar outro terreno, mas até o momento estamos nessa situação. A última palavra que ouvimos e que a prefeitura não tem mais dinheiro. Gastamos do nosso dinheiro sofrido e do nosso suor para retirar a área, e agora estamos queremos o que é nosso, por direito, nada mais", diz nota.    RESPOSTA DA PREFEITURA -  Fizemos contato com a prefeitura para falar com o Osvaldinho, até então, Secretário de Obras, mas fomos informados que ele não é mais o secretário, e que, quem assumiu a pasta, foi Marcos Anielo, o qual atendeu nossa reportagem. Ele disse ao Blog do Berimbau, que foi oferecida a viúva, um terreno, já com a casa pronta, em frente os prédios da Klabin, cujo valor, com a casa edificada, seria maior do que o terreno de Sônia, mas ela não aceitou. Também afirmou que o espaço que sobrou seria de 1.80 e não um metro como afirmou a reclamante.  "Como ela não quis, fizemos um procedimento e desviamos a rua, sobrando cerca de  1,50  a 1,80 metros para ela, mas não estamos aqui para prejudicar ninguém. Voltarei esta semana lá, vou conversar com ela e reformular a proposta de construir uma outra casa, que acredito, seria a melhor saída para ele e para o município", disse Marcos.  
As fotos abaixo foram enviadas diretamente pela prefeitura par melhor como forma de esclarecer o fato.  "Olha como era o local e como está ficando agora. Aqui na nossa cidade tem lei agora. É um imóvel irregular e já ofertamos uma saída. Acordamos de madrugada e vamos ao trabalho para deixar a cidade mais bonita e esse tipo de atitude não vai nos abalar", diz a nota
                 Veja como era na foto abaixo                 

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