04/01/2021

KALORÉ - Prefeito Edmilson, vice e vereadores foram empossados

Edmilson disse que é preciso resolver problemas, mas que assim o fará. Na Câmara, Junior Sanches, do MDB, é o novo presidente    
Créditos  da foto acima para Claudinei Menegale Photografias
      No município de Kaloré, onde o prefeito Edmilson Luis Stencel, do PL, de 59 anos, foi eleito de uma forma inédita, ou seja, venceu a eleição após o empate com a segunda colocada, Rita de Cassia (Ritinha) do PSD, de 41 anos, foi empossado no dia 1º de janeiro, de 2021, para quatro anos de mandato. Ambos obtiveram exatamente 37,14%, ou para ser mais exato, 1.186 votos cada um. Já o terceiro colocado, Decio Bochio (MDB), recebeu 25,71%. Como houve empate, o candidato mais velho tem direito ao cargo, conforme reza o critério de desempate do Tribunal Superior Eleitoral. Durante o pleito, ocorrido em 15 de novembro, de 2020, Edmilson  teve que trocar o vice. Saiu Amarildo Spadin, do DEM, que renunciou por conta da candidatura estar sendo contestada e, em seu lugar, assumiu o filho de Amarildo, Rodrigo Spadin, do PDT, o qual, em seu discurso ficou emocionado e falou desta batalhava travada em prol de Kaloré, para que será em prol do desenvolvimentismo. Edmilson havia sido eleito, em 2011, para um mandato tampão, após o prefeito da época, Adnan Canello, ter tido o seu mandato cassado. Em sua fala, o prefeito começou agradecendo a todos: eleitores, candidatos ao cargo de vereador, coordenação de campanha e família, mas em especial, a Deus, pela oportunidade de voltar ao cargo de prefeito.  Observou a  emoção dele e do vice-prefeito, justificando que é um momento de superação, após o interesse  daqueles que queriam impedir esta caminhada pelo bem do município. Sobre o mandato, assegurou que ser verbo será "Trabalho e mais Trabalho". Também afirmou que as portas da prefeitura estarão abertas para todos os vereadores e não somente para um ou alguns. "Outro detalhe, quando tiver um evento em nossa cidade, todos os vereadores estão convidados para estarem presentes. Já deixo esse convite aberto aqui, mas quando destes acontecimentos, também faremos os convites formais. Também solicitou que aprovem somente o que foi importante para o município, se tiver algum projeto do executivo que prejudique o cidadão, o que não vai acontecer, eu já deixo avisado, podem reprovar", salientou Edmilson.  Alegou também que, na transição,  já percebeu alguns problemas, entre eles: Pátio de Máquinas que precisa ser renovado; a água tem faltado e o setor precisa de investimentos; construção de moradias urgente e ainda revelou que o município foi entregue com seis meses sem certidão negativa, portanto, impedido de receber recursos. "Eu tenho que revelar os problemas, mas estamos aqui para resolver e é isto que vamos fazer a partir de hoje", afirmou Edmilson. CÂMARA MUNICIPAL - Já no Legislativo, os nove vereadores foram empossados. Na primeira sessão, não houve formação de chapa, por isso, cada um dos eleitos, depositava o seu voto indicando um vereador, sendo que os mais votado, formaram a mesa diretiva, que ficou assim composta. Presidente: Júnior Sanches, do MDB; vice-presidente: Valdemir José Pivati, o "Tatu", do PL; secretário: Paulo Sérgio Agostini, o "Paulo Vitorino", MDB; 1º secretário: Everton Henrique Lopes de Oliveira, "Tom", PSD; e 2º secretário: Silvio Martins de Oliveira, "Lambari", do PL.  Em seu discurso, o novo Presidente da Câmara, agradeceu o "Decio Bochio" que o candidato do seu grupo e prometeu levar para a Câmara, a  força da mudança que a juventude pode promover.  Afirmou que os interesses particulares não prevalecerão e que um dos papéis do vereador é fiscalizar. Lembrou ainda que Kaloré não pode mais voltar ao tempo  das perseguição e que assim espera que ocorra.   Os vereadores empossados, por ordem de votação, foram: Mazucato, o mais votado com 196 votos; "Tatu" é o segundo mais votado, com 166; em terceiro vem o eleito presidente Junior Sanches, 163 votos; em seguida: "Ton" com 138 votos; "Fernandinho da Garagem", 130 votos; "Lambari", 117 votos; "Paulinho Vitorino", 104 votos; Moacir Fuzeti Segundo, 97 votos; e Jô Macari, 96 votos.

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