23/12/2021

JARDIM ALEGRE- Situação envolvendo menor na Casa Lar ainda não foi resolvido

A adolescente precisa ser encaminhada para outra instituição, mas isso ainda não aconteceu. Em Jardim Alegre ainda houve outro caso envolvendo menor e Conselheiras Tutelares  
   Uma situação considerada insustentável vem ocorrendo em Jardim Alegre e há um pedido de providências para as autoridades.  No dia 22 de dezembro, às 21h20min, a Polícia Militar, foi acionada para atender  uma ocorrência na Casa Lar. Ao chegar ao local, se constatou que uma menor, que já vem dando problemas há algum tempo, estava segurando a cuidadora pelos cabelos e dizendo que não iria soltar. "Então foi verbalizado diversas vezes para que soltasse, porem sem êxito, por isso, foi feito uso de Espargidor (Spray) e, somente assim, ela soltou. A Cuidadora relatou que a moça sofre de problemas psicológicos e que começou a agredi-la, tanto, fisicamente, como verbalmente. Compareceu ao local, o Coordenador da Casa Lar e também a equipe do SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, para fazer atendimento e encaminhar a vítima até o hospital. Salienta-se que as crianças abrigadas, bem como as cuidadores estão correndo risco, por conta desse questão que é corriqueira", informou o boletim da Polícia. "Esperamos que agora, esse problemas seja resolvido. A menor não é uma criminosa, mas não pode ficar naquele ambiente para segurança de todos e, inclusive, segurança dela, impossível que ninguém perceba isso", disse uma testemunha que falou a nossa reportagem.  OUTRO CASO - Também, em Jardim Alegre, no dia 22 de dezembro, às 17h45min, a equipe doe plantão do Conselho Tutelar, relatou que foram até a residência de uma menor, de 16 anos, para aplicar advertência por omissão de cautela sobre a guarda da filha, já que havia uma denúncia no CREAS - Centro de Referencia Especializado de Assistência Social, informando que a  criança estava frequentando uma área de construção civil e muitas pessoas desconhecidas ali estavam trabalhando, o que representa perigo. Ao receber o comunicado, a menor passou a desacatar e injuriar as conselheiras com vários xingamentos de baixo calão. Também foi informado que a adolescente gravava a ação e fingia estar chorando, mas, ao pausar o vídeo, começava a proferir novos xingamentos, se recusando a assinar a advertência e proferia palavrões. Ao terminar de filmar, ameaçou as funcionárias públicas, dizendo que iria encaminhar o vídeo para um homem que divulga notícias em redes sociais.

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