quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

JULGAMENTO - Acusados da morte do "Moela" em Ariranha foram julgados

                     RESULTADO DO JÚRI                   
Os réus foram condenados a dezoito anos de reclusão.  A vítima é Vílson Farias Rodrigues,  que era conhecido como “Moela”,  e foi morta com 36 facadas nas nádegas
   O dia 18 de dezembro, foi a data escolhida para o julgamento de jovens acusados de um crime brutal em Ariranha do Ivaí. O júri começou às 09 horas da manhã, e foi encerrado às 23:30 horas.   Alan Henrique de Sá Ribeiro, 21 anos; Luciano da Silva Lisboa, 18 anos; Antônio Siqueira Rodrigues, 27 anos; e Roni Corrêa Leite, 20 anos, foram condenados a 18 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado e coação de testemunhas durante o curso do processo. No caso de Alan Henrique, seu advogado, Dr. Alikan Zanotti, promoveu recurso no Tribunal de Justiça do Paraná, por não concordar com a pena imposta a ele.  SOBRE O CASO - A vítima,  Vílson Farias Rodrigues, de 32 anos, que era conhecido como “Moela”, e que foi morto com 36 facadas nas nádegas, em Ariranha do Ivaí, no dia 31 de maio, de 2016, em uma estrada rural que dá acesso a Santa Mariana do Sul, a cerca de um quilômetro da cidade. A vítima, foi vista, na noite anterior, embrigada e pelas ruas da cidade. Ao lado do corpo havia um litro de cachaça. No dia 02 de julho, do mesmo ano, noticiamos que o Delegado Dr. Gustavo Dante da Silva, da Delegacia Regional de Ivaiporã, concluiu o inquérito. Os suspeitos de homicídio fora identificados como: Alan Henrique de Sá Ribeiro, 21 anos; Luciano da Silva Lisboa, 18 anos; Antônio Siqueira Rodrigues, 27 anos; e Roni Corrêa Leite, 20 anos. Supostamente a vítima foi atingida com um golpe na cabeça, desferido por Roni Leite, que usou um objeto contundente, talvez pedaço de madeira, enquanto os demais revezaram os golpes, totalizando 36 facadas. De acordo com Gustavo Dante, a vítima foi mantida imobilizada no solo por Alan Ribeiro. A motivação foi um suposto crime sexual praticado por Vílson Rodrigues e contra a própria mãe, há alguns anos. Mas ela foi ouvida e afirmou que isso não era verdade.   A ação criminosa seria uma espécie de retaliação. Clique aqui para rever matéria da prisão dos suspeitos.  

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