segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

FAXINAL - Polícia Militar recupera Playstation furtado em Califórnia

Morador de Faxinal alegou que comprou o equipamento pelo Facebook, sem saber que era furtado. Ao conectar no Netflix, o proprietário recebeu notificação  em Califórnia e avisou a PM 
              A equipe do Pelotão da Polícia Militar, de Faxinal, soldados Pavei e Magioni, que é subordinada a 6ª Companhia Independente, de Ivaiporã, recuperou um vídeo game que foi furtado em Califórnia, cidade próxima de Apucarana, após diligências e uma operação eficiente que contou com levantamentos  de dados. Segundo informações, no dia 11 de fevereiro, de 2019, o sargento da Polícia Militar de Califórnia, Douglas Fraga, fez contato telefônico com Faxinal, informando que um aparelho Playstation III, da marca Sonny, furtado no dia 02 de dezembro, de 2018 (Em Califórnia), estava em Faxinal. A certeza, era porque a vítima, Willian Miguel Sinkoc, possuía uma conta no Netflix (Canal de filmes via internet), na qual ele havia cadastrado o referido aparelho furtado, sendo que no dia 10 de fevereiro, de 2019, ele recebeu uma notificação do seu cadastro, informando que alguém, usando o aparelho em seu nome, havia conectado a conta para assistir filmes. Pela conexão, ele conseguiu  chegar ao número do I. P., (191.7.123.166) e através deste código, puxar a longitude e latitude, cujo Google apontou que o endereço era a Rua Salvador do Espírito Santo, em Faxinal. Avisada, a equipe foi até o endereço, onde foi recebida por uma mulher. Ela permitiu a entrada em sua casa, mas havia apenas um Playstation IV. Ao ser indagada, contou que seu genro, um pessoa de nome Taylor, que mora nos fundos, havia comprado um aparelho, que poderia ser o procurado. Logo ela foi até a referida casa e pegou o equipamento, o qual foi reconhecido como sendo o furtado em Califórnia. Diante do  constatado, os Policiais foram até um assessório, empresa onde Taylor trabalha. No local, ele disse que não tem nada a ver com furtos e que apenas comprou o Playstation, após ver um anúncio no Facebook. Afirmou ainda que o vendedor era uma pessoa de nome Pedro, inclusive, forneceu o número do Whatsapp, onde fez a negociação. De qualquer forma, o envolvido foi levado até a delegacia de Polícia, onde poderia ser enquadrado pelo crime de receptação, mesmo diante de sua negativa.  A Polícia alerta que esse tipo de compra, pelas redes sociais, pode levar muitas pessoas a comprar produtos furtados. Como são vendidos por valores inferiores aos de mercado,  geralmente a autoridade policial instaura um inquérito por receptação e o comprador terá problema com a justiça. 

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