sábado, 16 de maio de 2020

IVAIPORÃ - Vizinhos presos por associação para o Tráfico de Drogas

Dois casais foram acusados de praticar a venda de drogas. Entre os detidos, está uma ex-conselheira tutelar. A operação foi realizada pela ROTAM 
     Em Ivaiporã, a equipe ROTAM realizou mais uma importante ação de combate ao tráfico de drogas. Dois vizinhos foram presos, acusados de associação para o tráfico e que, inclusive, há mais de cinco  eram alvos de denúncias e supostamente vinham praticando  os crimes. Outro detalhe que chamou atenção, nesta ocorrência, é que entre os detidos está uma ex-conselheira tutelar, que pode ter colaborado com o delito quando ainda era Conselheira. O Blog do Berimbau apurou que entre os acusados estão dois casais: Henrique Andrei da Silva, casado com Ana Leia Caleffi Gonçalves, que e a conselheira; e Claudemir de Souza Carneiro Bueno, o "Cláudio", e sua companheira Marli Santana. Consta no boletim de ocorrência, que Cláudio já era denunciado quando morava no Bairro Santa Terezinha (há cinco anos), e que, após mudar para a Rua Cornélio Procópio, endereço do flagrante da noite deste dia 15 para 16 de maio, de 2020, continuou a prática do crime. Já Henrique, é acusado de usar do privilégio de esta amasiado com uma Conselheira Tutelar, para evitar que fosse abordado. Cláudio, para vender a droga, ficava no "Bar do Baixinho", ou nas proximidades, e, quando os usuários chegavam, se dirigia até sua residência e buscava a droga. Já Henrique, usava um veículo Celta, que pertence a esposa Ana Leia, para ficar na mesma região e usar da mesma estratégia. Ficou apurado que, há algum tempo, Henrique mudou-se para uma casa, que fica a 50 metros da residência de Claudemir, e ambos se associaram para a prática do crime, sendo que a missão de Claudemir era cuidar das vendas e Henrique, abastecer a "Boca de Fumo". Os dois tinham uma missão em comum, conquistar cada vez mais usuários. Com todas essas informações do serviço de inteligência da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar, de Ivaiporã, a ROTAM começou a monitorar a região, sendo que na data em questão (noite de 15 de maio), montou campana no local até perceber que um indivíduo chegou a pé, conversou com Cláudio, provavelmente comprou droga e logo deixou a Rua em um Parati, que surgiu para o resgatar com mais três indivíduos. Também surgiu uma motocicleta, sendo que o ocupante pegou algo com Cláudio e saiu rapidamente. Os policiais tentaram abordar os dois veículos, mas ambos conseguiram fugir e, provavelmente, avisaram os traficantes. Logo foi possível observar uma nova movimentação estranha, ou seja, Henrique chegou com o Celta, entrou na casa de Claudemir e ambos saíram as pressas. Diante da fundada suspeita, a ROTAM iniciou acompanhamento tático aos acusados, que pegaram uma estrada rural e só pararam quando não havia mais saída, próximo a um Rio. Eles desceram e lançaram dois invólucros numa plantação de milho, os quais foram resgatados e estavam contendo, o primeiro, porções de 208 gramas de maconha e, o segundo, mais 25 gramas, além de uma balança de precisão. Eles mesmos confessaram que haviam mais droga em suas residências. Ao voltar para o perímetro urbano, foi realizada a primeira varredura na casa de Henrique, onde estava Ana Leia e havia: 17 gramas de maconha; um rolo de plástico filme transparente para embalar; um rolo de saco plástico preto; 732 reais em dinheiro trocado; vários pacotinhos de geladinho, também usados como embalagens e um relógio de origem duvidosa. Já na casa do conhecido "Cláudio", estava sua esposa, a qual afirmou que sabia da prática delituosa do marido, mas não participa. Na cozinha também havia material de embalagens; faca com resquícios de droga; mais de mil reais e uma pulseira, que estava com o morador, o qual  confessou ter trocado por 100 reais convertidos em maconha. Ela não foi detida devido ao casal possuir uma filha com deficiência mental e ela ser a única responsável pelo cuidado. O Celta branco, usado por Henrique, pertence a ex-conselheira e  foi apreendido por que era usado para a prática do crime. Tudo foi levado para a delegacia de Polícia e entregue ao delegado Aldair Oliveira e a investigadora Michelli, que estavam de plantão. Um inquérito policial foi instaurado para apurar outros detalhes. RESPOSTA - Apesar da praticamente confissão dos acusados no boletim; para a imprensa, a defesa de Cláudio e Henrique, negam que eles sejam traficante de droga e afirma que vão provar inocência. Alem de Marli, Ana Leia, também negou qualquer ligação com o tráfico de drogas. Uma pessoa que ligou para o repórter Ronaldo Senes (Berimbau), se dizendo familiar de um dos acusados, afirmou que em breve eles vão publicar nota esclarecendo os fatos.

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