16/09/2020

APUCARANA - Apreensão termina em atrito entre PM e Conselho Tutelar

Após apreensão de um menor, policiais acusaram um conselheiro de se recusar a receber o adolescente, que estava  em situação de risco  
     Em Apucarana, a localização de um menor, na Rua, com um simulacro de arma de fogo, resultou em uma atrito entre o Conselho Tutelar e a Polícia Militar, no dia 15 de setembro, de 2020, por volta das 14 horas, na Rua Desembargador Clotário Portugal. O boletim da PM relatou que os soldados abordaram um adolescente e fizeram apreensão do simulacro.   Diante da situação de risco, devido o menor morar na rua, e como não houve ato infracional algum, a equipe decidiu efetuar a entrega do adolescente ao Conselho, uma vez que ele não possui pai e nem mãe no município e nenhum outro familiar o receberia. Veja o relato que consta no boletim do 10º Batalhão. “Feito contato com o conselho tutelar, com a agente pública, ela disse que se comprometeu em localizar algum responsável para receber o apreendido, porém não iria deslocar ao endereço. Após algum tempo, e alguns contatos de familiares repassados de forma errada, equipe policial decidiu levar o adolescente a sede do Conselho  Tutelar, uma vez que e competência do órgão dar amparo aos adolescente. Na sede do conselho, por volta de 17h40 min, a recepção foi feita pelo Conselheiro André dos Reis Avelar, que,  de início, se negou a receber, inclusive, negando a situação de risco vivenciada pelo menor. Ainda questionou o trabalho da PM, dizendo que equipe deveria apreender o adolescente. Os soldados informaram que não havia ato infracional para efetuar apreensão, assim o conselheiro disse para deixá-lo na rua. Após tal postura, o soldado Lourin disse ao conselheiro,  que se ele pensava daquela maneira, estava no serviço errado. Após, o conselheiro  passou a tratar a equipe policial com desprezo, porém recebeu o adolescente”, informou o Boletim da PM. O Conselheiro André, negou todas as acusações que constam no boletim. Uma pessoa que fez contato com o Blog do Berimbau, dizendo que era em nome do agente e que ele iria esclarecer os fato, contestando os detalhes que estão no documento da Polícia Militar. 

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