quarta-feira, 28 de novembro de 2018

MAUÁ SERRA - Carteira de vacinação virou motivo de injúria

Carteira de vacinação atualizada e declaração  são as  novas exigências para matricular filho na escola, fato que resultou em xingamentos em Mauá da Serra 

A Polícia Militar, de Mauá da Serra, foi acionada no dia 27 de novembro, pela estagiária Débora Luana Ribeiro, para comparecer no Posto de Saúde, da Rua Santa Luzia. Ao chegar no local, ela informou que chegou na unidade de saúde, uma mulher de nome Clarice solicitando a declaração de vacinação para matricular seu filho na escola, documento que passou a  ser exigido neste ano de 2018. Mas ao verificar a carteira da criança, a servidora pública notou que vacinas estavam pedentes, por isso, informou que só poderia fornecer a declaração após atualização da carteira vacinal, momento em que foi injuriada pela acusada e não ameaçada como informamos anteriormente. A mulher teria afirmado que a casa da vítima é suja e que a estagiária é uma branquela nojenta, fato, que se confirmado, poderá se  enquadrar na injúria racial ART 140 do código penal e ainda desacato a funcionário público ART 327. Com a chegada da PM no local, a mãe já não estava mais. Todas as providências foram tomadas referentes ao caso. Clarice, através de familiares, negou os fatos. 
MAUÁ DA SERRA - Compra no Facebook também gerou ameaça 
Ainda em Mauá da Serra, no dia 27 de novembro, na Rua São Roque, às 13 horas, uma mulher de nome Elisângela de Souza Pereira dos Santos, informou que no dia 21/11, após anúncio de vendas pelo Facebook, comprou, da pessoa de Neiva, uma geladeira pelo valor de R$500,00, acertando o local de busca e valores pelo aplicativo messenger e whatsapp, mas no dia 27, começou a receber mensagens de ameaça de uma pessoa, também pela rede social, dizendo que era para a mulher devolver a geladeira, caso contrário buscaria na bala ou enviaria alguém para fazer o serviço. O ameaçador alegava que a geladeira era sua e que quem vendeu foi sua ex-mulher, sem sua autorização. Ao comparecer na casa da vendedora, ela disse que é viúva e que não sabia a origem das ameaças. Ao apurar os fatos, gerou-se desconfiança de um primo da vendedora, que mora em Londrina, e estava na casa, no dia da compra. 


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