sexta-feira, 2 de março de 2018

BORRAZÓPOLIS - Alterada Lei do fechamento de bares e lanchonetes

Após muita polêmica, Câmara de Vereadores aprovou e o prefeito sancionou lei que estende o horário de funcionamento de bares e lanchonetes 
      Em Borrazópolis, já há alguns anos, há uma polêmica relacionada a lei  que determina o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais durante o período noturno. Durante a semana, por exemplo, a proposta original determinava que todo comércio deveria baixar as porta até às 23 horas. Alguns comerciantes, principalmente donos de "Barracas de Lanche" e  "Lanchonetes", se dizem prejudicados  por entender que a obrigação de fechar, acontecia em um horário que ainda havia movimento.  Alguns comércios  chegaram a desrespeitar o horário e foram notificados pela Polícia Militar, após denúncias.  NOVA REGRA - Mas após um pedido, que partiu dos próprios comerciantes, e por indicação do vereador Otair Aparecido da Silva Senes, o "Dominado", a Câmara de Vereadores e a Prefeitura, começou a analisar a possibilidade de estender o horário, o que ocorreu neste ano de 2018, com entrada em vigor no dia 02 de março. "Como a lei constava no plano diretor, para sua modificação, era necessário uma audiência pública atestando que a comunidade estava ciente e concordava com a mudança. Marcamos essa reunião, que aconteceu no Salão da Terceira Idade, e assim ficou definido que a alteração deveria ocorrer", disse o vereador Marcelo Pires, presidente da Câmara, a Rádio Nova Era e Blog do Berimbau. O projeto foi aprovado por todos os parlamentares e sancionado pelo prefeito Adilson Luchetti, o "Didi". Por isso, a partir desta data, os estabelecimentos podem funcionar das 06 da manhã, até as 24 horas, de domingo até quinta-feira. Já nas sextas-feiras; sábado e véspera de feriado, o horário começas às 06 horas da manhã e se encerra às 03 da madrugada.  A medida agrada a muitos, inclusive alguns cidadãos desejavam o fim da norma e que cada estabelecimento funcionasse como desejasse, mas ainda há quem reclame e acredite que o horário,  como estava, evitava a pertubação de sossego e outros transtornos, classificando a lei como positiva.   (Foto - Glória Maria e Fernanda Corrêa) 

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