quarta-feira, 4 de julho de 2018

IVAIPORÃ - INFÂNCIA PROTEGIDA

Regional de Saúde de Ivaiporã tem o índice de mortalidade infantil mais baixo do Paraná. A matéria foi destaque no Jornal Folha de Londrina 

(FOLHA DE LONDRINA). Segundo o Jornal, a Sesa (Secretaria Estadual de Saúde) divulgou neste mês de julho, de 2018, o balanço dos índices de mortalidade infantil no Paraná em 2017 e a 22ª RS (Regional de Saúde) se destaca por apresentar a menor taxa de mortes de crianças para cada mil nascidas vivas. A regional de Ivaiporã (Vale do Ivaí), com 16 municípios na sua área de abrangência e cerca de 140 mil habitantes, registrou um CMI (Coeficiente de Mortalidade Infantil) de 5,8. A Sesa considera razoável um coeficiente abaixo de dez. As taxas de mortalidade de crianças nos municípios que integram a 22ª RS não estiveram sempre dentro da normalidade. Em 2012, o CMI foi calculado em 10,84, saltou para 18,67 no ano seguinte, caiu para 6,7 em 2014, voltou a subir em 2015 e 2016, alcançando as taxas de 11,9 e 11,4, respectivamente, para chegar a apenas um dígito no ano passado. Além de Ivaiporã, a 22ª RS compreende os municípios de Arapuã, Ariranha do Ivaí, Cândido de Abreu, Cruzmaltina, Godoy Moreira, Jardim Alegre, Lidianópolis, Lunardelli, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí e São João do Ivaí, no Vale do Ivaí, e Manoel Ribas, Mato Rico, Nova Tebas e Santa Maria do Oeste, no Centro. Para reduzir pela metade o índice de mortalidade infantil naquela região entre 2016 e 2017 não foi necessário criar nenhum projeto ou ações inovadoras. O primeiro passo nesse processo foi dado em setembro de 2016, com a instituição do GT-ARO (Grupo Técnico de Revisão e Agilização do Óbito), multissetorial e intersetorial, que possibilitou uma análise do problema da mortalidade em todos os âmbitos. O grupo começou como uma estratégia estadual e deveria ser estendido a todas as regionais de saúde até o final de 2016. "O grupo foi um divisor de águas. Aqui na regional, as informações eram fragmentadas e a vigilância percebia as fragilidades, mas essa voz não era ouvida", disse a coordenadora regional da Vigilância do Óbito da 22ª RS, Claudia Valéria da Silva Alves. Com o grupo, foi possível acompanhar o dia a dia do atendimento dado a cada gestante. "Começamos a ver onde ela deveria ter sido atendida e não foi, a qualidade da assistência recebida e percebemos o erro de estratificação de risco em toda a gestão", comentou a coordenadora. Antes do GT-ARO, em 2014, 2015 e 2016, a 22ª RS tentava fazer a capacitação dos profissionais das equipes de pré-natal, mas esse trabalho não surtia o efeito esperado. "O profissional que vinha para a capacitação não multiplicava a informação. O que levou à mudança foi a capacitação e a integração da equipe e isso não teve custo algum", destacou Alves. Para saber mais detalhes e acessar a matéria completa - Clique Aqui.

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