sexta-feira, 28 de setembro de 2018

FAXINAL - DINHEIRO FALSO

Diego Moraes Pedroso, acusado de roubo e sequestro no Banco do Brasil de Borrazópolis, em 2009, foi preso em Faxinal acusado de passar nota falsa no comércio    
              No dia 27 de setembro, de 2018, quinta-feira, um homem de nome Diego Moraes Pedroso, que seria morador de Rosário do Ivaí, mas que ficou famoso, de forma negativa em 2010, quando foi acusado de,  juntamente com sua esposa, que era funcionária do Banco do Brasil, de Borrazópolis,  planejar e assaltar a instituição financeira (Banco do Brasil) de onde foram levados mais de meio milhão de reais. Naquele ano, o crime de Borrazópolis repercutiu até na mídia nacional.    Em Faxinal, a acusação, deste dia 27 de setembro,  foi de passar dinheiro falso no comércio. O proprietário do Posto Pires, fez contato com a Polícia Militar, informando que um indivíduo abasteceu R$40,00 de etanol (álcool combustível), no referido estabelecimento e pagou com duas cédulas de R$ 20,00, saindo logo em seguida com um Corsa Sedan de cor cinza e placas de Rosário do Ivaí. Os soldados de plantão, equipe do Sargento Tavares, fizeram patrulhamento, quando na rua Antônio Garcia da Costa, saída para o trevo principal, logram êxito em abordar o veículo. Durante buscas, foi localizado na carteira do motorista, Diego, três cédulas de R$ 50,00, duas cédulas de R$ 2,00 e uma cédula de R$ 20,00, sendo a última também falsificada. No interior do automóvel, foi localizada uma mochila, tendo no bolso interno, mais vinte cédulas de R$ 20,00, também falsificadas e totalizando R$ 400,00. O dono do Posto Pires, foi informado e reconheceu o autor. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão e conduzido o homem até a 53ª DRP - Delegacia de Policia Civil, para confecção do boletim. Também foi feito contato com a Delegada da Polícia Federal, de Londrina, Dra. Mirian, a qual determinou que fosse realizada a apreensão do Corsa e que o preso fosse levado para aquela Delegacia. RESPOSTA - Diego Moraes Pedroso, que é dono de um comércio, em Rosário do Ivaí, disse inicialmente que recebeu o dinheiro de cliente e que é inocente.