terça-feira, 13 de novembro de 2018

RODOVIAS - DER diz o porque rodovias do Paraná estão esburacadas

Segundo o órgão, disputas entre empresas travam R$ 1 bilhão em obras rodoviárias
           No Vale do Ivaí, são vários trechos de rodovias que estão esburacados e motorista reclamando. Vários manifestos já foram realizados, mas praticamente não houve resultado positivo em se tratando do Governo do Estado. No dia 12 de novembro, o DER informou que o problema não é a falta de recursos e sim a guerra judicial das empresas que querem vencer as licitações que foram abertas. "O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) está investindo mais de R$ 2 bilhões em obras e serviços de conservação rodoviária em todo o Estado. Mas este valor teria um acréscimo de R$ 1 bilhão se fossem destravadas todas as licitações do órgão que são objeto de medidas judiciais. A maior parte das ações é por disputa entre concorrentes das obras licitadas", diz a nota divulgada no portal do Governo. “Liminares impedem o início de importantes e necessárias intervenções nas rodovias paranaenses, muitas delas urgentes para garantir a segurança e trafegabilidade”, afirma também o diretor-geral do DER-PR, Paulo Tadeu Dziedricki. Na grande maioria das situações, as obras não podem ser iniciadas porque empresas perdedoras dos processos licitatórios recorrem à Justiça contra a habilitação do vencedor. Em alguns há questionamentos durante as etapas do processo, por recursos administrativos. Mas geralmente a ação judicial é proposta após a homologação do resultado, na véspera da assinatura do contrato. Não são apenas obras novas que ficam paralisadas e quem sofre as consequências da judicialização dos processos licitatórios são os usuários das rodovias. O maior impacto é verificado no Programa Estadual de Recuperação e Conservação de Estradas (PERC II). As ordens de serviço começaram a ser emitidas no último mês de junho, com duração de 36 meses, e previsão de um total de R$ 1,5 bilhão em investimentos. O programa é dividido em várias ações. Os subprogramas de Conservação de Pavimentos (COP) e de Conservação e Recuperação Descontínua com Melhoria do Estado do Pavimento (CREMEP) abrangem 10,2 mil quilômetros de rodovias pavimentadas. Dos 18 lotes do COP, sete estão aguardando a resolução de pendências judiciais. Dos 15 lotes do CREMEP, um depende do desfecho na Justiça. Para ver a matéria na íntegra, publicada no site do DER clique aqui.  RECLAMAÇÕES - Pela Rádio Nova Era, o repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau", comentou que a disputadas judiciais são naturais e o problema maior foi que o  governo atrasou na abertura dos processos dos processos  licitatórios e, por isso, o Estado vive o caos com vários trechos deteriorados.  

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