sábado, 13 de abril de 2019

BORRAZÓPOLIS - Sindicância aponta irregularidades na Câmara

                            POLÊMICA                               
Nas imagens abaixo, prints da portaria que afasta por mais 60 dias uma servidora da Câmara de Vereadores e a ata da Comissão de Sindicância que atestou possíveis irregularidades, as quais são negadas por funcionários
Em Borrazópolis, se a situação estava tensa, na Câmara de Vereadores, o clima deve ficar ainda polêmico a partir deste mês de abril, de 2019. O motivo é que após suspeição de que funcionários cometeram irregularidades, como falsificação de documentos públicos e outros, dois servidores foram afastados por 60 dias: Claudimeire Aparecida Pereira Boro  e Assis Rodrigues. Assis tentou reassumir o cargo e chegou conseguir um mandado de segurança na Comarca de Faxinal, mas a decisão foi derrubada. Já neste dia 12 de abril, de 2019, foi publicado no "Diário Oficial", da Câmara de Vereadores, um portaria, de número 011/2019, que prorroga o afastamento de Claudimeire por mais 60 dias. Assis, também não voltará ao trabalho, porque já existe uma outra decisão que o mantem afastado de suas funções. A mesa Diretoria da Câmara, não quis divulgar muitos detalhes sobre o novo afastamento, e informou apenas que os devidos levantamentos já foram feitos e que eles querem que o caso permanece em sigilo, para que não haja nenhum pre-julgamento ou uso político das informações, antes da decisão final dos vereadores. Já um detalhe que obtivemos, de fonte segura, diz que o novo pedido de afastamento, por mais 60 dias, foi solicitado, após parecer da Comissão de Sindicância, formada por servidores públicos, da Prefeitura, para investigar as suspeitas.  Essa comissão é formada pelo presidente: Juliano Sonego e os membros: Valter Dalvan Vargas Vivoda; Marci Chimello da Silva e Deivair José Brito (Deva). O referido parecer, foi entregue, aos vereadores, junto com a ata de encerramento. A princípio ele (o parecer) estaria confirmando as suspeitas que houve irregularidades, o que autoriza a Câmara a abrir um procedimento que pode resultar na exoneração dos servidores. A íntegra do parece não foi entregue a imprensa. SOBRE O CASO - Como já informamos, o afastamento dos funcionários, está relacionado com a suspeita de adulterar ou falsificar holerites, que é um demonstrativo impresso de vencimentos, que pode servir como comprovante de renda. Após a suposta adulteração, o documento supostamente falso teria sido utilizado para fazer empréstimos bancários. A outra suposta falha, diz respeito a um advogado da casa, e teria ocorrido durante afastamento, para recebimento de auxílio doença, período em que o beneficiário continuou também recebendo da câmara, acumulando os dois salários. RESPOSTA - Sobre a questão dos Holerites, ouvimos a pessoa acusada, já desde a primeira reportagem, e ela tem dito, que não cometeu as supostas irregularidade. Também revelou que tem décadas de prestação de serviço público, nunca cometeu irregularidades, mas vem sendo perseguida por vereadores. Também afirmou que os edis estão querendo interferir na sua vida particular, o que não tem nada a ver com sua função pública. Por fim, disse  que já foi alvo de dois processos com cunho de perseguição, exatamente como estes, e, em ambos, provou na justiça que estava correta e que fará isto novamente. Também negou veementemente qualquer tipo de adulteração ou falsificação e lamentou que estejam denigrindo sua imagem perante a sociedade e sua família, mas que Deus fará justiça. O advogado, Dr. Jorge Cecere, também já falou a reportagem e disse que recebeu apenas 45 dias, acumulando com o auxílio doença, porque voltou a trabalhar temendo que não fosse aprovado em uma nova perícia.   Nossa reportagem continua acompanhando os fatos, mas sempre deixando o Blog do Berimbau, a disposição para qualquer esclarecimento, principalmente partindo dos acusados, possa ser feito.  

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