19/06/2020

POLÊMICA- Por que a prefeitura de Ariranha pagou o dobro numa bateria

Moradores ficaram indignados com a compra de uma bateria  que custou quase 800 reais. A prefeitura admitiu, mas justificou dizendo que foi uma emergência do Conselho Tutelar 
Na imagem, a direita, é possível observar  uma bateria do mesmo modelo, mas sendo vendida pela metade do preço 
             Em Ariranha do Ivaí, a Polêmica do momento é a compra de uma bateria, a qual  consta no portal de transparência da prefeitura municipal. Segundo denúncia, que recebemos, o valor pago é de quase 800 reais, ou seja: exatamente  R$777,58. O fato chamou atenção, porque o cidadão comum, ao comprar uma bateria, tem pago, mais ou menos, de 150 a, no máximo, 400 reais. Inclusive recebemos a foto de um anúncio feito, em Ivaiporã, onde uma bateria da marca Moura, considerada uma das melhores do Brasil, idêntica a comprada pela prefeitura, mas de uma marca diferente, está sendo vendida a 390 reais. O Blog do Berimbau visitou  o Portal de Transparência da Prefeitura, e lá estava a prova da compra. Na cidade, as críticas, pelas rede sociais, são muitas. A quem diga que é fácil jogar dinheiro fora, quando quem paga é o povo... Por telefone, conversamos com o prefeito Augusto Cicatto. "Berimbau, quero dizer que a compra realmente aconteceu, mas posso afirmar que todo processo legal foi cumprido e, digo mais, a bateria é da marca Bosh e o seu preço normal é mais de mil reais, mas foi dado um desconto. Por que isso ocorreu?  Porque o carro do Conselho Tutelar, um Aircross, quebrou em Ivaiporã e era uma situação de emergência repor o equipamento. Poderiam ter escolhido uma marca mais barata? sim...  mas escolheram esta.. Também concordo que não foi uma decisão acertada, mas como foi algo de emergência, o Conselho não observou isto e adquiriu esta, tenho certeza, sem má fé. Acho que a Câmara poderia esgotar todas as dúvidas, antes de denunciar, pois perceberão que não há irregularidade", afirmou Cicatto, acreditando que a denúncia partiu de vereadores. O prefeito também disse que já foi orientado a todos, que, mesmo em situação de emergência, ao comprar qualquer equipamento, se observe este detalhe, para evitar  onerar o poder público municipal sem a devida necessidade. O presidente do Conselho Tutelar, João Hugares, também foi ouvido pela nossa reportagem. Ele confirmou que duas Conselheiras estavam em Ivaiporã, quando o carro parou. Elas chamaram o eletricista e ele identificou o problema e solicitou ao Auto Peças, a referida bateria. Como elas, as Conselheira, não entendem de mecânica, apenas assinaram a nota sem questionar valores e confiando na indicação do eletricista. ESTAMOS DE OLHO 

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