26/07/2020

APUCARANA - Tráfico na cadeia, furto em colégio e embriaguez ao volante

As fotos são do tráfico, onde jovens tentaram jogar droga e celulares a presos.  Colégio Humberto de Alencar foi alvo de furto.  Houve também prisão de motorista embriagado 
TRÁFICO - No domingo, dia 26 de julho, às 02 horas da madrugada, dois jovens, Carlos A. Silva, de 24 e um menor, de 15 anos, foram detidos por tráfico, na Rua Nova Ucrânia, no Bairro Igrejinha. Durante patrulhamento os indivíduos foram vistos no lado externos da cadeia pública. Eles foram abordados com bolsas que continham diversos telefones celulares, carregadores, fones de ouvido e substância análoga a maconha. Ao todo eram: 35 telefones celulares de marcas diversas; 18 carregadores para telefone celular; 10 fones de ouvido para telefone celular e seiscentos e sessenta e cinco gramas de substância análoga a maconha. Eles informaram que iriam jogar por cima dos muros da cadeia pública, para que fossem utilizados, posteriormente, pelos detentos. Após preso, Carlos negou que seja traficante e que cometeu qualquer tipo de crime. FURTO - Uma Escola, a Humberto Alencar Castelo Branco, foi alvo de furto, no dia 26 de julho, de 2020, após a meia noite. Um jovem, de 27 anos, foi detido acusado do crime, fato ocorrido na Rua Carmen Miranda, no Bairro Castelo Branco. Segundo a PM, o vigilante da empresa DZ, relatou que estava fazendo uma ronda no do colégio e avistou um indivíduo caminhando, sendo assim pediu apoio e, com a chegada de outros guardas, realizaram a abordagem do rapaz. Ficou constatado que umas das câmeras de filmagem havia sido desconectada, assim como, haviam sido subtraídas algumas torneiras do bebedouro e também lampadas do pátio. Todo material foi encontrado nas proximidades, dentro de sacolas. EMBRIAGUEZ - No dia 25 de julho, na Rua João Cândido da Silva, Jardim Aeroporto, um rapaz, de 33 anos, dirigia um carro, quando bateu em um veículo estacionado. Ele contou para a PM que havia ingerido bebida alcoólica durante a tarde toda, mas recusou a fazer o teste do bafômetro dizendo: "Não sou obrigado a assoprar porra nenhuma". Ele recebeu voz de prisão e começou a desacatar, dizendo que era funcionário da prefeitura e falaria com o prefeito para perseguir os policiais. Também foi necessário uso de força física.

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