terça-feira, 20 de novembro de 2018

BORRAZÓPOLIS- Ladrão voltou a agir, houve ainda ameaça e agressão

Na Rua Rio Niterói, vítima flagra indivíduo dentro de sua residência furtando. Na Avenida Rio Grande do Sul, ladrão entra na casa sem que a vítima percebesse. E mãe acusa filho de agressão  
          FURTOS A Polícia Militar, de Borrazópolis, registrou dois casos de furto, o primeiro às 21 horas, de 19 de novembro, onde uma senhora, de nome Geralda Zenaide Clementino,  da Rua Rio Niterói, informou estava em frente a sua casa, conversando com populares e que, ao retornar, para dentro, deparou com um homem trajando moletom preto, de capuz e que estava tentando furtar um climatizador do seu quarto. Ao ser flagrado, pulou a janela abandonando o objeto, porem a vítima também notou a falta de uma bolsa, que foi encontrada no fundo de seu quintal. Em conversa com populares, que ali estavam, os mesmos disseram ter visto um homem conhecido, minutos antes e com as mesmas características, próxima a casa da vítima. Já o segundo furto, foi na Avenida Rio Grande do Sul, onde a PM, fazia patrulhamento, e foi abordada por uma pessoa, de 35 anos, de nome Marcia Aparecida Bueno. Ela relata que estava dentro de sua residência, com sua família, mas mesmo assim, um indivíduo conseguiu entrar e furtar dois telefones celulares do local sem que ela percebesse. Foi levado um LG, de cor bege e um um aparelho marca Blu de cor branca. AGREDIU A MÃE - Uma mulher, de 66 anos, da Rua Território do Amapa, disse que foi agredida pelo filho, de 47 anos. Afirmou também que ele chegou em sua casa pedindo dinheiro para comprar uma moto, como afirmou que não tinha os valores poderia ir pagando em parcelas, ele a agrediu com um soco que atingiu seu braço esquerdo. A mulher ainda afirmou que o filho prometeu voltar e colocar fogo na residência e que só não a agrediu mais, porque estava acompanhado de uma outra pessoa, que o retirou do local. O homem acusado, nega o crime. AMEAÇADA- Uma jovem, de 19 anos, também procurou a PM, e afirmou que entrou em vias de fato com seu padrasto, de 42 anos. A confusão não resultou em feridos e a acusadora não demostrou desejo de representar, mas apenas queria registrar um boletim.

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