01/06/2020

ARIRANHA DO IVAÍ - Conselheira acusada indevidamente esclarece os fatos

A Conselheira  Tutelar Jéssica Cristina Boiko, apareceu na lista de servidores que podem ter sacado o auxílio emergencial do governo federal de forma irregular, mas no caso dela, documentos provam que é inocente 
      Como já publicamos várias notas de esclarecimentos, uma grande porcentagem dos servidores públicos do Paraná, que apareceram numa lista, com mais de dez mil nomes, apontando que eles receberam o Auxílio Emergencial do Governo Federal, de 600 reais, de forma irregular, devem ser declarados inocentes. Acredita-se que 50% deles. A lista foi remetida as prefeituras e como, de uma certa forma é pública, ganhou as redes sociais. O fato é que, muitos que não cometeram nenhum ato irregular, acabaram execrados por grupos de Whatsapp, Facebook e outros canais, mesmo sem saber o que estava ocorrendo. É o caso da Jéssica Cristina Boiko de Andrade, uma Conselheira, de Ariranha do Ivaí, acima de qualquer suspeita é que tem uma história marcada pela honestidade,  ética e sem manchas. Os ataques foram tantos, que ela procurou a Polícia Civil para registrar um boletim. O Blog do Berimbau teve acesso a um extrato da conta de Jéssica, onde revela que ela não solicitou e nem sacou tais valores. Veja a nota divulgada por ela: "Eu Jéssica Cristina Borges Boiko de Andrade, Conselheira Tutelar de Ariranha do Ivai/PR venho através deste manifestar-me a respeito do documento divulgado pelo TCE- Tribunal de Consta do Paraná, onde meu nome foi citado como se estivesse recebido irregularmente o auxílio emergência. Foi uma surpresa saber que meu nome estava na lista pois de nenhuma forma realizei tal solicitação para receber o benefício e não tive posse de nenhum valor. Tomei conhecimento através das redes sociais onde recebi vários comentários maldosos de ataque de raiva por pessoas q se dizem donos da verdade em nenhum momento me deram oportunidade de me defender logo me julgaram. Lembrando que jamais me utilizaria de má fé de tal beneficio, pois atualmente estou empregada e não tenho direito ao benefício. Me dirigi até a Caixa Econômica Federal, onde fui informada que, por estar cadastrada no CADúnico, o auxílio emergencial foi depositado no valor de 600 reais automaticamente, sem haver necessidade de solicitação. Considerando que realmente meu cadastro estava desatualizado, sendo como última atualização, em 17-10-2018, momento em que estava desempregada. Assim tal beneficio encontra-se em conta e não foi movimentado e será devidamente estornado. Considerando tal fato, realizei atualização do CadUnico no CRAS e registrei boletim de ocorrência na Polícia Civil, para posteriores providencias", diz a nota.

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