quarta-feira, 4 de abril de 2018

IVAIPORÃ - Após fuga, alguns dos presos foram rcapturados

A cadeia com capacidade para 32 detentos, estava com 182 presidiários no momento da fuga, uma situação absurda vivida por Ivaiporã 


O Delegado Dr. Gustavo Dante, confirmou que cerca de 08 presos ganharam a liberdade forçada da cadeia pública. Imediatamente, com apoio de Policiais Militares, três dos fujões, foram recapturados. "Quero agradecer os policiais militares que nos ajudaram nas primeiras buscas. PMs dedicados, que não mediram esforços e foram guerreiros na caça aos fugitivos, o que nos possibilitou recapturar três deles", disse o Delegado Gustavo Dante, ao repórter Ronaldo Senes, o "Berimbau".  Conforme divulgamos, na  tarde desta quarta-feira, dia 04 de abril, de 2018, presos conseguiram ganhar a liberdade forçada da cadeia pública de Ivaiporã, o local, com capacidade para 32 presos, chegou a 182 detentos, mas mesmo assim, a equipe do Delegado Dr. Gustavo Dante, estava conseguindo frustrar as tentativas de fuga que vinha ocorrendo há mais de um ano. Infelizmente, nesta data, foram percebidos presidiários correndo nos fundos do prédio, local que estão anexos:  o IML e  o  Subgrupamento do Corpo de Bombeiros, mas um túnel, com saída  próximo a porta do setor  de identificação, possibilitou a fuga.  Imediatamente a Polícia Militar foi acionada e, juntamente com a Civil, o as buscas se iniciaram. "Queremos pedir que a população fique atenta, e qualquer movimentação estranha, ou suspeitos, avisem o 190, ou liguem diretamente na Delegacia", finalizou o Delegado. SUPERLOTAÇÃO -  A cadeia de Ivaiporã, considerada um "Barril de Pólvora", se transformou em um problema para a cidade e região. Vários seguimentos da sociedade, como Pastores Evangélicos, Líderes Católicos, Conselho Municipal de Segurança, OAB e o  poder judiciário, tem feito cobranças e buscado uma solução, mas tudo esbarra no Governo do Estado, que precisa direcionar investimentos para melhorar as estruturas ou promover a transferências dos condenados, o que até este mês de abril, de 2018, ainda não ocorreu.  Familiares que tem presos no local, dizem que não conseguem viver em paz, porque sabem da possibilidade de acontecer um tragédia a qualquer momento. Quem reside nas proximidades, é obrigado a conviver com o medo; e até mesmo a Polícia Civil, fica engessada, tendo que gastar a maioria do tempo, cuidando de detentos, ao invés de estar nas ruas desenvolvimento o trabalho de investigação. O pior é que o problema pode se agravar ainda mais.  ESTAMOS DE OLHO. 

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